quarta-feira, 23 de maio de 2012

METE QUE EU GAMO

Beijos no pescoço, os corpos se aproximam, as mãos dele me tocam com suave agressividade e o tesão é demonstrado pelos lábios que engolem a boca alheia. Logo nos desfazemos das roupas que nos vestem e mergulhamos em nossos próprios beijos. O relógio pára e o único ruído é o das línguas que agora tem caminho livre para seguir por toda parte. Quando a boca dele  se aproxima do meu umbigo me contorço cheia de vontade de sentí-lo mergulhar entre as minhas coxas.

A saliva dele se mistura ao tesão da minha xaninha e me entrego, abrindo as pernas. Noto que ele me olha enquanto nem sequer tento segurar os gemidos do prazer que aumenta de acordo com os movimentos daquela boca carnuda que agora toca minha xana que lateja. Logo depois de uma pausa rápida sou pega de surpresa por ele, que mete com força e sem paciência o pau em mim. Ambos comemoramos a penetração e unimos os corpos de forma com que eles quase ocupem o mesmo lugar no espaço. Os movimentos acelerados e repetitivos estimulam um prazer contínuo e me permitem perceber o quanto minha bucetinha está molhada. 

Abraço com força aquelas largas costas e sussurro entre gemidos que estou prestes a gozar. Perto do clímax ele esfrega a barba em meu pescoço, enquanto dá fortes estocadas que chegam a fazer barulho. Abro os braços, sinto meu corpo amolecer e gozo deliciosamente.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

CAMINHANDO

Fazia frio naquela quarta-feira de outono, mas a queda na temperatura não diminuiu a minha vontade de praticar a caminhada de sempre no fim da tarde. Sorte a minha! Passados cerca de vinte minutos, cruzei com um homem atraente, usando boné e um perfume embriagante. Quando ele passou por mim tive vontade de sorrir e assim o fiz sem imaginar que ele retribuiria com aquele sorriso que agora não me sai mais da mente.

Ele corria, enquanto eu andava e, por isso, ele acabou me alcançando. Passou do meu lado, desta vez seguindo na mesma direção que eu, parou e com aquele sorriso hipnotizador me perguntou que horas eram. Respondi, tentando aparentar o máximo de naturalidade possível, respirei fundo para sentir novamente o cheiro do perfume e pude notar que ele tinha mãos com veias enormes (Sou apaixonada por veias, principalmente as do pau). O estranho gostoso apressou os passos, começou a me acompanhar e perguntou o meu nome. Passamos quase uma hora conversando enquanto nos exercitávamos e na hora da despedida trocamos números de telefones.

Cheguei em casa e fui direto para o chuveiro. Enquanto imaginava o gostoso me agarrando com aquelas mãos marcantes bati uma siririca. Levei um dos meus brinquedinhos para o banho e passei bastante tempo ali divagando e metendo um consolo grande e macio na minha xaninha. Gosto mesmo é de brincar com dois ao mesmo tempo, mas como estava só com um revezava penetrando ele em mim, chupando e esfregando nos bicos dos meus seios molhados pela água da ducha.

Estava sozinha em casa, então pude gemer gostosinho. Senti vontade de levar tapas na bunda e me lembrei de um advogado com quem saía  e a quem deixei bater no meu rosto. Tapas na cara com vontade! Na hora da adrenalina a sensação era deliciosa e eu queria sempre mais. Enquanto metíamos de ladinho ele sempre dava mordidas nas minhas costas e eu ia à loucura, arreppiava, sentia minha bucetinha latejando, imaginava outra mulher conosco e, logo vinham os orgasmos múltiplos. Ainda de lado, eu gostava de olhar por cima do ombro e ver o pau dele entrando e saindo enquanto eu rebolava; era fascinante ver a pica sendo engolida pela minha  xana molhada.

Fiquei ali,  com as lembranças das transas com o advogado e fui interrompida pelo toque do meu celular. Sai do box e quando olhei para o identificador de chamadas e vi que era ele, o gostoso da caminhada. O motivo da ligação? Um convite para jantar num restaurante agradável aqui da cidade. O encontro vai ser amanhã. Estou solteira, agora correndo de relacionamentos sérios e na certeza de que terei inspiração para boas histórias picantes, vividas e escritas com bastante tesão.

domingo, 13 de maio de 2012

MASTURBAÇÃO PRA ELE


Era domingo e domingos sempre me deixam entediada. Eu estava sozinha em casa, então resolvi assistir um filme pornô pra repetir algumas cenas com o meu noivo, assim que ele chegasse. Sabia que ele ainda demoraria, então comecei a me masturbar passando o dedo levente por cima da minha calcinha. Fazia calor, fui tirando as peças de roupa aos poucos e quando notei já estava completamente nua e com uma das mãos entre as pernas e a outra na boca.

Fiquei por alguns minutos ali, compenetrada no ator que fodia uma ruivinha linda na TV. Enquanto isso, permiti que o pensamento fosse longe, enfiei dois dedinhos de uma só vez dentro da minha xaninha e ouvi a porta ser aberta. Assustei-me, mas não dava tempo de recolocar a roupa. Olhei rapidamente para a entrada e vi que era meu noivo chegando antes do horário esperado. Ele me olhou calado e disse que queria assistir. Sem cerimônia, virei-me de frente para ele com as pernas abertas, diminuí o volume do televisor e voltei a me masturbar; dessa vez, com platéia!

Ele resistiu por alguns minutos, mas logo mergulhou a boca na minha buceta já molhada. Foi o melhor oral de todos os tempos. Gozei sentindo cheiro de xana nos meus dedos e me dobrei para lamber meus próprios seios (isso deixava ele cheio de tesão). Quanto mais eu gemia, mais ele afundava a língua e mais me dava vontade de gritar. A sensação foi ficando insuportável, até que não resisti e pedi pau em mim. Ele me penetrou e nos olhamos fixamente nos olhos até ele gozar!

quarta-feira, 9 de maio de 2012

NO MEIO DA FESTA

O tamanho da minha bunda era o que realmente o deixava excitado. Certa vez, ele confessara que, quando uso jeans coladinho ao corpo e calcinha bem pequena o deixava louco, me imaginando sem roupa, rebolando para ele.

Era noite de sexta-feira e estávamos num jantar de amigos do cursinho dele. Tomei algumas taças de vinho e logo comecei a sentir tesão. Ele percebeu e sempre que passava perto de mim enfiava a mão grande entre minhas pernas, sem ser notado pelo grupo e, depois de repetir isso por diversas vezes me deixou subindo pelas paredes. Em silêncio o puxei pela mão e fomos em direção a um dos banheiros da casa onde todos estavam. Antes mesmo que fosse possível impedir, empurrei ele para dentro e baixei o zíper da calça jeans que ele usava. Enchi a boca com o pau dele e tirei meus seios para fora da blusa para que ele pudesse acariciá-los.

Ele não resistiu, tirou minha calça, me abaixou sobre o lavabo, puxou a calcinha de lado e enfiou o pau em mim. Coloquei as duas mãos para trás e com elas abri ainda mais minha xaninha e assim deixei meu cuzinho fácil de ser visto e tocado por ele.

Com a vista do pau entrando e saindo cada vez mais molhado, fui sentindo que o tesão dele aumentava sem parar. Dobrei bem as costas para empinar mais o bumbum, senti vontade de levar um tapa, então logo pedi e ganhei! Estava difícil não fazer barulho e não era possível demorar, já que poderiam notar a nossa ausência. Pedi em voz baixinha para ele gozar e com um sussurro ele respondeu que só conseguiria se eu tornasse a abrir minha própria xaninha para ele com as mãos. Foi o que fiz, ele gozou e voltamos para a festa, ambos sem conseguir evitar as carinhas de safados.