terça-feira, 12 de junho de 2018

AQUELA BARBA

Ele com a barba por fazer há dias e ela, sem o prazer de uma pica entrando e saindo do cu, há meses. A combinação perfeita para melhorar uma madrugada longa e parada. Ela vestia apenas camiseta branca e calcinha fio dental.
Sabendo do seu fetiche por homens barbados, ele não hesitou em provocá-la. Esfregando o rosto áspero ao redor do pescoço dela, intercalando com beijos e apertões, foi deixando-a excitada e sem controle sobre o próprio corpo. As pernas tremiam, os gemidos sussurrados já não podiam ser contidos e o tesão escorria entre as pernas. Gozou ali mesmo, sentindo a barba roçando e as mordidas ao redor do pescoço.

Agachou-se para chupá-lo. Enfiou o dedo na buceta e lambuzou o pau antes de engolí-lo sem pudor. Mamou olhando fixamente para os braços fortes do parceiro e não tardou a pedir a ele que lhe enfiasse aquele pau na xana mais que molhada.
Ele o fez. Puxando apenas a calcinha para o lado, meteu com ela de costas, ali apoiada no balcão da cozinha. A bunda grande pedia aquela pica, que balançava a cada enfincada.

Foram para o quarto, ela segurou firme o pau dele e encaixou-o inteirinho no rabo. Rebolou de ladinho, enquanto era enforcada com força.Lembrou-se o quanto gostava de dar o cu pra ele e tratou de aproveitar cada segundo. 

Ele colocou-a na posição frango assado e forçou as pernas dela até que os pés da moça alcançaram os próprios ombros. Bombou com força naquele cu, enquanto ela se revirava e gemia na cama de prazer.

Finalizou a transa enchendo aquele rabo de porra. Soltou uma confissão de que havia sido gostoso e comemoraram com um toque de mãos. 


VAMOS AO BANHEIRO?

Amigas há anos, já haviam trocado confissões sexuais diversas vezes, mas tardaram a imaginar que poderiam proporcionar prazer uma à outra. Bastou que uma delas tocasse no assunto para que percebessem que o tesão se fazia presente.

Uma delas era casada e a outra, solteira. Com autorização do marido, saíram com colegas do trabalho para beber.
Entre um drink e outro, começaram a trocar fotos sensuais sem que o restante da mesa notasse. Foram juntas até o banheiro e entraram no mesmo espaço. Já embriagadas e sem conter o instinto, se beijaram até perder o fôlego. A de cabelos longos sentou sobre o vaso, ficou com o rosto na altura da cintura da moça de cabelo negro e curtinho, levantou o vestido dela e, sem titubear, sugou a xana que escorria tesão.

A casada, ao sentir a língua entre as pernas proporcionando prazer, gemeu baixinho e discretamente enquanto rebolava. Ela retribuiu metendo os dedos na buceta, lambuzando os seios e os oferecendo para a amiga chupar.

Começaram a receber ligações das demais colegas que estavam na choperia e se deram conta de que teriam de voltar. Mas não sem antes se beijarem novamente.
Retornaram à mesa com uma desculpa esfarrapada e uma vontade de repetir o encontro de prazer.