Infelizmente houve uma despedida e, apesar de ter sido consciente, durou menos tempo que o necessário para que eu pudesse sentir uma pontinha sequer do prazer que eu partilhávamos durante todas as outras vezes.
Essa foi a primeira vez que não gostei quando ele teve pressa para que eu ficasse inteiramente nua e também não soltei um sorriso satisfeito quando ele encheu a minha boca de porra. Foi automático, sem qualquer ligação e logo na sequência eu continuava à espera do toque, do tesão e da nossa sintonia sem pudor, de sempre.
Ele usava calça de moleton, a meu pedido, não sei explicar, mas fico louca com homens que ficam de moleton em casa, o cheiro dele era aquele de sempre, mas o olhar e a vontade de beijar já não eram os iguais. Eu estava ali, pronta à me entregar, mas não imaginava que enquanto olhava para mim, era em outra mulher que ele pensava e por quem seu coração batia.
Quanto mais quente, melhor. Aqui você encontra as histórias picantes vividas por uma publicitária aventureira que acredita que fazer sexo segue a mesma premissa de dirigir carros: quanto mais se pratica, melhor fica.
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
THE BEST
Faminta! É exatamente assim que sinto-me quando falo sobre sexo com um amigo colorido que tem sido o protagonista dos meus pensamentos quando quero me divertir sozinha com os dedos entre as pernas. Além de todas as lembranças das vezes que ele penetrou em mim com o pau enrijecido de tesão, fantasio com aquilo que ainda não fizemos (não por falta de vontade). Vontade é o que mais temos. Adoro planejar fins de semana ao lado dele porque sei que durante esses dias minha xaninha não tem folga!
Entre todos os paus que conheci, ele tem sido o meu favorito. É grosso, cheio de veias, tem a cabeça mais rosada do mundo e cabe direitinho até o fundo da minha garganta. O prato principal é que essa delícia vem acompanhada de um desempenho de fazer inveja aos marmanjos de plantão. Sabemos que a regrinha para os homens é não finalizar a transa sem que nós meninas tenhamos gozado e, por isso, eles se esforçam para que o pau permaneça ali firme e forte. Já fiquei com rapazes que faziam yoga frequentemente para conseguirem ficar com o pinto duro por mais tempo. (Sério!).
Mas o meu P.A. é diferente. Ele não é de Vênus (e eu adoro, porque não sou de Marte). Nada conosco respeita à risca os padrões. Sem esforço algum, ele consegue permanecer com o pau duro mesmo depois de ter gozado e o intervalo entre uma ejaculação e outra é inacreditavelmente curto. Meninas, já imaginaram um homem que goza sempre junto com você? Certa noite, até mesmo enquanto ele dormia o pau permaneceu duro. Não resisti e parti pra cima. Cavalguei bastante e depois de fazer um boquete gostoso ganhei leitinho na boca! Pois é, e ele dormiu durante toda a transa.
Ultimamente, enquanto me masturbo, fico imaginando como vai ser quando ele arrombar o meu cuzinho. Essa é uma área VIP do meu corpo, a qual pouquíssimas pessoas tiveram a chance de conhecer (adoro dar o cu, mas ele é altamente restrito). Imagino o meu gostoso colocando o dedo no meio da minha bunda e, sem muita paciência, enfiando a cabeça do pau que adoro imaginar que é meu. Sei que ele vai deslizar e ir até o fundo e depois começar as estocadas cheias de tesão. E confesso, estou ansiosa para ser arrombada por ele e sei que vamos querer bis. Vou adorar sentir o meu cu cheio de porra!
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
TESÃO E MUITO PRAZER
Não sei o que vocês acham, mas eu acredito que as melhores transas são aquelas que chegam depois de uma briga entre o casal. No meu caso, quando as discussões acontecem, quebrar a desarmonia com o sexo é ainda mais intenso. Isso porque moramos em cidades diferentes, por enquanto, e pouco nos vemos.
Havia sido um dia cansativo para mim. Afinal de contas, encarar aeroporto, ônibus, táxi e shopping depois de uma manhã de trabalho que havia começado às seis horas não é fácil. Apesar do cansaço, fui até ele, toquei a campainha do apartamento usando um vestido longo azul com decote nas costas, que deixava à mostra minha tatuagem. Ele abriu a porta, nos abraçamos e fomos bater papo em frente à TV. Confesso que não conseguia parar de olhar disfarçadamente para os lábios dele. Sou apaixonada por aquela boca macia!
Não sei se me fiz perceber, mas não demorou muito para que, entre uma amenidade e outra dita por nós dois, ele lançasse beijos suaves em meu pescoço. Imediatamente fiquei arrepiada e pensei comigo que se ele parasse, eu mesma continuaria. Sedentos de tesão, nos despimos de forma rápida e sem cerimônias, ele chupou os meus seios, depois deu leves mordidas neles e não contive o primeiro gemido. Ele notou a minha pressa e logo me chamou para cavalgar sobre aquele pau grosso, que arromba deliciosamente a minha xaninha. Se ela tivesse um número, diria que o pau dele é a combinação perfeita!
Não houve dificuldade alguma, segurei a pica enquanto olhava dentro dos olhos dele e, quando sentei, ele deslizou para dentro de mim. Foi como se tivesse esperado por aquela sensação durante toda a minha vida. Comecei a meter e o interfone tocou. Era o porteiro : "sua pizza chegou". Enlouqueci e tive vontade de mandar à pizza para o inferno. Ele se vestiu e desceu, enquanto continuei sobre o colchão, me masturbando com dois dedinhos.
O meu gostoso subiu rapidamente, para a minha sorte, e sem frescura abriu as minhas pernas na posição frango assado até que os meus joelhos encostassem nas minhas orelhas. E ali, com a xana molhada e totalmente receptiva, ganhei pau sem pausa ou dó. Gemi, apertei os bicos dos meus seios, pedi e recebi vários tapas na cara e gozei; não uma, nem duas, nem três, mas oito vezes; sem trégua, sem folga.
Ficamos juntos por quatro noites e cinco dias e durante a madrugada, o comecinho do dia, ou à tarde, as transas repetiam-se; mas cada vez com mais química, mais tesão, mais porra e mais orgasmos. Foi um verdadeiro treino das técnicas do Kama Sutra, com direito à posições inexplicáveis. Estava tão incrível que lágrimas caíram involuntariamente dos meus olhos enquanto eu mesma sufocava com as mãos meus gritos de prazer.
Nos fodemos na pia da cozinha e no colchão, de ladinho, de quatro, papai e mamãe, 69, cavalgada de frente, de costas; enfim, rebolei bastante e ele meteu demais. Em uma das noites, deixei que ele encostasse o pau no meio da minha bunda. Comecei a abrir e fechar o meu cuzinho, que estava encharcado com a lubrificação da minha xana, e rapidinho passei a sentir o pinto dele entrar em mim. Continuei usando o meu cu para fazer massagem naquele pau até que ele me desse de presente muita porra quentinha!
Noutra noite, ele estava bastante cansado depois de um dia intenso de trabalho, transamos gostoso, tomamos banho e fomos nos deitar. Eu estava de costas para ele e, sem querer querendo, encostei a bunda naquele pau e senti que estava enrijecido. Tentei controlar o tesão, mas quando percebi, já havia despido-no e cavalgava loucamente, agachada sobre a pica que, naquele momento, era só minha. Ele continuou dormindo e depois confirmou que lembra-se de poucos detalhes daquele dia. Apesar da sonolência, o pau se manteve duro e o fiz gozar dentro da minha boca. Depois de engolir todo o leitinho, o abracei e dormimos felizes.
segunda-feira, 9 de julho de 2012
DANDO SHOW
Estavam em meio a milhares de pessoas, num show no interior de São Paulo, mas conter a vontade de colar os corpos e meter sem previsão de horário para terminar, ficava mais difícil a cada beijo.
Ele, tem o beijo molhado, os lábios macios e a gostosa mania de dar mordidinhas na nuca dela. Ela, sedenta de vontade de provar daquele pau virou de costas e começou a rebolar de acordo com o ritmo da música para não chamar a atenção da multidão. O resultado não poderia ter sido outro, pau latejante dentro da calça dele e xaninha que molhava a calcinha vermelha transparente e bem pequena que ela havia escolhido para a noite.
Quando o show terminou, logo foram à procura de um local vazio. Beijavam-se de forma tão sensual que ela não conseguia mais segurar os sutis gemidos e, tomada pelo tesão do momento, abriu os dois primeiros botões da blusa e deixou que ele tocasse os seios firmes e macios.
Já não podiam controlar a vontade e foram em direção a um banheiro próximo dali. Quando perceberam que o lugar estava deserto, entraram rapidamente em uma das cabines e trancaram a porta. Sem cessar com os beijos e com a respiração ofegante ela abriu o zíper dele e não fez questão alguma em resistir àquele pau grosso. Enfiou ele todo na boca como se o mundo fosse acabar naquele exato momento. Chupou, engoliu inteiro, mamou só na cabeça e quando ele estava perto de gozar, ela baixou a própria calça deixando à mostra a calcinha. Ela curvou-se para frente, apoiou uma das pernas sobre o vaso sanitário e puxou o fio dental vermelho de ladinho. Ao notar o quanto ela estava molhada, ele meteu o pau com vontade dentro daquela bucetinha inchada e lisinha.
Ele puxou com força o cabelo dela para trás e os dois não seguraram os gemidos. Ela pedia mais pau, mais pau e ele admirava a bunda dela tremendo a cada enfincada. Ela cravou as duas mãos com as unhas pintadas de vermelho na parede, avisando que iria gozar. Em seguida ela virou de frente para ele, agachou-se e começou a fazer boquete enquanto o encarava com olhar tarado. A velocidade foi aumentando, aumentando, até que ela encheu a boca de porra, engoliu e soltou um sorriso satisfeito.
segunda-feira, 25 de junho de 2012
DAR CU É BOM
Porque eu adoro mesmo dar o cuzinho e não tenho vergonha disso. Considero que ali seja uma área VIP, portanto, visitada por poucos, mas quando o parceiro é fixo e merece, entrego-me sem cerimônia.
Sentir o pau no no meio da bunda é quase indescritível, principalmente depois de ter feito boquete durante bastante tempo e estar com a xaninha tão molhada a ponto de a lubrificação escorrer entre as coxas e ir diretamente para o alvo.
Sentir o pau rasgando devagarinho um buraquinho tão apertado faz com que eu imagine como fica a cabeça da pica de quem me come. Deve ser delicioso.
Pra mim, a dor inicial dá ainda mais vontade porque sei que depois que ele entrar um pouquinho vou querer mais e mais. De ladinho, ajudo a penetração inicial com a mão e depois só paro de rebolar quando sinto a porra.
Enquanto rebolo com o pau no cuzinho coloco dois dedos na xaninha e vou a loucura. Passo a mão mollhada nos peitos e aperto pra que eles fiquem firmes e em pé pra que consiga passar a língua.
Quem nunca experimentou a sensação de ter o cuzinho arrombado não sabe o que está perdendo. Depois da primeira vez, você vai querer repetir sempre.
Levar pau no cuzinho de quatro e de ladinho, na minha opinião, são as formas mais fáceis e mais gostosas. De quatro o parceiro ainda pode tirar e colocar o pau e cuspir lá dentro. Amigas que lêem o blog, fica a dica, tentem porque vocês vão entender o motivo de ser tão bom.
Usar lubrificantes artificiais ajudam, ganhar lambidinhas do parceiro no cuzinho e começar enfiando o dedo também pode facilitar. Quando a cabeça entrar, relaxe porque depois disso, é só preparar-se pra gozar.
E pra quem fica, pau no cu pra vocês!
quarta-feira, 23 de maio de 2012
METE QUE EU GAMO
Beijos no pescoço, os corpos se aproximam, as mãos dele me tocam com suave agressividade e o tesão é demonstrado pelos lábios que engolem a boca alheia. Logo nos desfazemos das roupas que nos vestem e mergulhamos em nossos próprios beijos. O relógio pára e o único ruído é o das línguas que agora tem caminho livre para seguir por toda parte. Quando a boca dele se aproxima do meu umbigo me contorço cheia de vontade de sentí-lo mergulhar entre as minhas coxas.
A saliva dele se mistura ao tesão da minha xaninha e me entrego, abrindo as pernas. Noto que ele me olha enquanto nem sequer tento segurar os gemidos do prazer que aumenta de acordo com os movimentos daquela boca carnuda que agora toca minha xana que lateja. Logo depois de uma pausa rápida sou pega de surpresa por ele, que mete com força e sem paciência o pau em mim. Ambos comemoramos a penetração e unimos os corpos de forma com que eles quase ocupem o mesmo lugar no espaço. Os movimentos acelerados e repetitivos estimulam um prazer contínuo e me permitem perceber o quanto minha bucetinha está molhada.
Abraço com força aquelas largas costas e sussurro entre gemidos que estou prestes a gozar. Perto do clímax ele esfrega a barba em meu pescoço, enquanto dá fortes estocadas que chegam a fazer barulho. Abro os braços, sinto meu corpo amolecer e gozo deliciosamente.
quarta-feira, 16 de maio de 2012
CAMINHANDO
Fazia frio naquela quarta-feira de outono, mas a queda na temperatura não diminuiu a minha vontade de praticar a caminhada de sempre no fim da tarde. Sorte a minha! Passados cerca de vinte minutos, cruzei com um homem atraente, usando boné e um perfume embriagante. Quando ele passou por mim tive vontade de sorrir e assim o fiz sem imaginar que ele retribuiria com aquele sorriso que agora não me sai mais da mente.
Ele corria, enquanto eu andava e, por isso, ele acabou me alcançando. Passou do meu lado, desta vez seguindo na mesma direção que eu, parou e com aquele sorriso hipnotizador me perguntou que horas eram. Respondi, tentando aparentar o máximo de naturalidade possível, respirei fundo para sentir novamente o cheiro do perfume e pude notar que ele tinha mãos com veias enormes (Sou apaixonada por veias, principalmente as do pau). O estranho gostoso apressou os passos, começou a me acompanhar e perguntou o meu nome. Passamos quase uma hora conversando enquanto nos exercitávamos e na hora da despedida trocamos números de telefones.
Cheguei em casa e fui direto para o chuveiro. Enquanto imaginava o gostoso me agarrando com aquelas mãos marcantes bati uma siririca. Levei um dos meus brinquedinhos para o banho e passei bastante tempo ali divagando e metendo um consolo grande e macio na minha xaninha. Gosto mesmo é de brincar com dois ao mesmo tempo, mas como estava só com um revezava penetrando ele em mim, chupando e esfregando nos bicos dos meus seios molhados pela água da ducha.
Estava sozinha em casa, então pude gemer gostosinho. Senti vontade de levar tapas na bunda e me lembrei de um advogado com quem saía e a quem deixei bater no meu rosto. Tapas na cara com vontade! Na hora da adrenalina a sensação era deliciosa e eu queria sempre mais. Enquanto metíamos de ladinho ele sempre dava mordidas nas minhas costas e eu ia à loucura, arreppiava, sentia minha bucetinha latejando, imaginava outra mulher conosco e, logo vinham os orgasmos múltiplos. Ainda de lado, eu gostava de olhar por cima do ombro e ver o pau dele entrando e saindo enquanto eu rebolava; era fascinante ver a pica sendo engolida pela minha xana molhada.
Fiquei ali, com as lembranças das transas com o advogado e fui interrompida pelo toque do meu celular. Sai do box e quando olhei para o identificador de chamadas e vi que era ele, o gostoso da caminhada. O motivo da ligação? Um convite para jantar num restaurante agradável aqui da cidade. O encontro vai ser amanhã. Estou solteira, agora correndo de relacionamentos sérios e na certeza de que terei inspiração para boas histórias picantes, vividas e escritas com bastante tesão.
domingo, 13 de maio de 2012
MASTURBAÇÃO PRA ELE
Era domingo e domingos sempre me deixam entediada. Eu estava sozinha em casa, então resolvi assistir um filme pornô pra repetir algumas cenas com o meu noivo, assim que ele chegasse. Sabia que ele ainda demoraria, então comecei a me masturbar passando o dedo levente por cima da minha calcinha. Fazia calor, fui tirando as peças de roupa aos poucos e quando notei já estava completamente nua e com uma das mãos entre as pernas e a outra na boca.
Fiquei por alguns minutos ali, compenetrada no ator que fodia uma ruivinha linda na TV. Enquanto isso, permiti que o pensamento fosse longe, enfiei dois dedinhos de uma só vez dentro da minha xaninha e ouvi a porta ser aberta. Assustei-me, mas não dava tempo de recolocar a roupa. Olhei rapidamente para a entrada e vi que era meu noivo chegando antes do horário esperado. Ele me olhou calado e disse que queria assistir. Sem cerimônia, virei-me de frente para ele com as pernas abertas, diminuí o volume do televisor e voltei a me masturbar; dessa vez, com platéia!
Ele resistiu por alguns minutos, mas logo mergulhou a boca na minha buceta já molhada. Foi o melhor oral de todos os tempos. Gozei sentindo cheiro de xana nos meus dedos e me dobrei para lamber meus próprios seios (isso deixava ele cheio de tesão). Quanto mais eu gemia, mais ele afundava a língua e mais me dava vontade de gritar. A sensação foi ficando insuportável, até que não resisti e pedi pau em mim. Ele me penetrou e nos olhamos fixamente nos olhos até ele gozar!
quarta-feira, 9 de maio de 2012
NO MEIO DA FESTA
O tamanho da minha bunda era o que realmente o deixava excitado. Certa vez, ele confessara que, quando uso jeans coladinho ao corpo e calcinha bem pequena o deixava louco, me imaginando sem roupa, rebolando para ele.
Era noite de sexta-feira e estávamos num jantar de amigos do cursinho dele. Tomei algumas taças de vinho e logo comecei a sentir tesão. Ele percebeu e sempre que passava perto de mim enfiava a mão grande entre minhas pernas, sem ser notado pelo grupo e, depois de repetir isso por diversas vezes me deixou subindo pelas paredes. Em silêncio o puxei pela mão e fomos em direção a um dos banheiros da casa onde todos estavam. Antes mesmo que fosse possível impedir, empurrei ele para dentro e baixei o zíper da calça jeans que ele usava. Enchi a boca com o pau dele e tirei meus seios para fora da blusa para que ele pudesse acariciá-los.
Ele não resistiu, tirou minha calça, me abaixou sobre o lavabo, puxou a calcinha de lado e enfiou o pau em mim. Coloquei as duas mãos para trás e com elas abri ainda mais minha xaninha e assim deixei meu cuzinho fácil de ser visto e tocado por ele.
Com a vista do pau entrando e saindo cada vez mais molhado, fui sentindo que o tesão dele aumentava sem parar. Dobrei bem as costas para empinar mais o bumbum, senti vontade de levar um tapa, então logo pedi e ganhei! Estava difícil não fazer barulho e não era possível demorar, já que poderiam notar a nossa ausência. Pedi em voz baixinha para ele gozar e com um sussurro ele respondeu que só conseguiria se eu tornasse a abrir minha própria xaninha para ele com as mãos. Foi o que fiz, ele gozou e voltamos para a festa, ambos sem conseguir evitar as carinhas de safados.
quinta-feira, 26 de abril de 2012
EXPLORADORA
De quatro era a posição favorita dela. Isso porque a pose facilitava que ela fizesse o que mais gostava, lamber não só a minha xaninha, mas também o meu cuzinho. A chupada dela chegava a fazer barulho e provocava em mim muitas fantasias. Eu sempre rebolava empurrando o meu traseiro contra a língua dela e a sensação era maravilhosa. Essa que vos escreve gostava também de recuar repentinamente para surpreendê-la com beijos. Na maioria das vezes o desejo pelo beijo nem era tão grande, mas enorme era a sensação de lamber aqueles lábios com o sabor da minha bucetinha.
Ela chegava a enfiar vários dedos dentro de mim e depois chupava dedinho por dedinho enquanto me encarava. Eu sempre a fazia gozar rápido porque, modéstia à parte, meu oral vai direto ao ponto com elas. Em cada gozada, essa morena gostosa de quem falo aqui agora, se manifestava impulsionando o corpo à frente e puxando os meus longos cabelos.
Quando nos encaixávamos, nos olhávamos feito duas amantes que se encontrariam pela última vez. Nunca sabíamos quando seria realmente a derradeira transa, mas o clima era esse. Abrir as pernas e encaixar xaninha com xaninha era uma posição deliciosa, a minha favorita, confesso. Isso porque tal postura permitia que esfregássemos os seios uma na outra enquanto nos movimentávamos. Adoro peitos. Sou apaixonada pela maciez, a sensualidade e a sensibilidade que moram neles. Quer me deixar feliz? Então sugue os meus seios com vontade, deixe que eu chupe um enquanto chupa o outro, aperte com força quando eu for gozar! Vou ao paraíso assim.
Explorar o corpo é uma arte e ter alguém de confiança para realizar a missão junto com você é um presente.
terça-feira, 24 de abril de 2012
A PRIMEIRA VEZ
Você há de concordar comigo
que não existe no mundo sabor mais gostoso que o de bucetinha. Não é mesmo? Eu
demorei para descobrir isso, mas quando fui apresentada a essa delícia, não
abandonei mais.
Eu tinha vinte e um anos e
aceitei o convite de dois amigos, que trabalhavam na mesma agência de
publicidade que eu, para me divertir em uma festa gay. Eu havia terminado um
namoro havia pouco tempo e decidi beber e dançar para acelerar a volta do trem
aos trilhos.
A comemoração era em uma
casa na beira do rio. Havia muitas mulheres bonitas, outras nem tanto e vários
homens dançando feito loucas no meio da pista.
Um dos colegas de trabalho
chamou a minha atenção dizendo que eu tinha atraído muitos olhares. Estava com
um vestido preto bem curto no modelo tomara que caia. Como fazia frio os bicos
dos meus seios estavam bem perceptíveis.
Dancei, cantei, bebi,
retribuí algumas olhadas e recebi várias cantadas. No fim da madrugada, 80% das
pessoas já haviam ido embora e eu decidi cair na piscina. Meus amigos entraram na casa
com alguns outros convidados e em minha direção veio a loira mais gostosinha da
festa.
Loira, cabelos longos e
lisos, mais alta que eu, branquinha, sorriso enorme e olhar pra lá de
provocante. Sentou na borda da piscina e perguntou o meu nome, se apresentou, me
deu um beijo na bochecha e ficou em silêncio a me olhar. Fiquei tímida, ameacei sair da água, mas ela pulou para dentro.
Antes mesmo que eu dissesse
algo, ela me segurou com força pela nuca como se fosse a mulher mais segura do
universo e começou a me beijar. No começo tentei evitar, mas culpei a bebida
que havia ingerido e me entreguei àqueles lábios macios e carnudos até perder o
fôlego.
Ela levou a mão até um dos
meus peitos, desceu delicadamente o vestido que eu usava enquanto me encarava. Ella levou
a outra mão até o meio das minhas pernas, ergueu o meu vestido até a cintura,
sussurrou no meu ouvido o quanto sou gostosa e ouviu um gemido baixinho
partindo de mim.
Meu Deus, eu estava morrendo
de tesão por uma mulher? O que fazer? E se alguém saísse da casa e visse? E
meus amigos? Ela percebeu o turbilhão de pensamentos e me beijou, serenando a
minha mente.
Puxei a alsa da blusa dela e
me deleitei naqueles peitos com marquinha de biquini, bicos rosados e a
pele macia. Quanto mais eu chupava, mais ela repetia: “mama em mim, vai. Chupa
com vontade”.
Ela sentou na beira da piscina com as pernas bem abertas e guiou a minha cabeça até a sua xaninha. Os movimentos da minha língua e da minha boca foram automáticos e percebi o quanto aquilo era gostoso. Fui à loucura e não queria mais parar até que ela e eu gozamos, quase juntas.
Trocamos risinhos safados,
esperamos que a respiração voltasse ao normal e deixamos a piscina. Em seguida,
anotamos os números de telefone para que aquela descoberta não parasse por ali.
PUNHETA
O que mais gosto é de
surpreendê-lo. Na última semana, quando fomos ao cinema, por exemplo, enquanto
cenas chatas eram exibidas na telona, abri o zíper da calça dele devagar,
enfiei a mão inteira sob a calça devagarinho e comecei a acariciar aquele pau
que iria me foder depois da sessão.
Fico mesmo tarada. Gosto de ter
ele na boca ainda mole porque assim consigo senti-lo crescer aos poucos
enquanto mato a vontade. Há quem não acredite, mas quase sempre gozo durante o
meu boquete a ele.
Começo a lamber a cabecinha
do pau, em seguida a esfrego molhada sobre os bicos grandes e macios dos meus
seios e enquanto o imagino entrando e saindo da minha xaninha, sinto ela escorrendo.
Se dependesse de mim, ficaria horas a fio lambendo, passando a unha levemente
sobre o saco e me deliciando ao mesmo tempo em que ele.
Enquanto bato gostoso para
ele vou ao céu, me sinto a dona daquele cacete. Gosto mesmo é de acelerar os
movimentos enquanto coloco só a cabeça rosada daquele pau na boca. Enfio ele
até o fundo da garganta, tiro as mãos e embalo no sobe e desce boca adentro até
engasgar. Enquanto me divirto sento sobre
a perna dele com a minha bucetinha bem aberta para que ele perceba o quanto ela
fica molhada de prazer.
Sinto que ela chega a ficar inchadinha e latejante. Sempre entrega o meu grau de tesão, essa danada. Posso até tentar fingir que não quero o pau dele naquela noite, mas basta colocar a mão entre as minhas pernas para descobrir a mentira.
Quando quero vê-lo gozar, seguro o pau com as duas mãos
e com movimentos leves e ligeiros bato punheta enquanto passo a língua sobre a
cabecinha rosada daquele cacete. Depois disso é só estar preparada para engolir
tudo quando ele surtar!
segunda-feira, 23 de abril de 2012
O ALVO ERA O CUZINHO
Chovia bastante e eu, que
nunca gostei de ficar sozinha quando o céu precipitava, pedi carinhosamente que
ele dormisse comigo naquela noite de sábado. A noite foi perfeita porque além
da companhia ganhei pau a madrugada inteira na xaninha sem parar.
No domingo bem no comecinho
do dia ele foi para casa onde mora, no mesmo bairro onde vivo e trabalho. Nossa
despedida foi com um boquete bem gostoso que fiz nele e que terminou com uma
gozada bem no fundo da minha garganta.
Ele e eu teríamos um almoço
em família, mas preferi chegar um pouco mais tarde para descansar na cama.
Assim que ele saiu, peguei rapidamente no sono sem imaginar que aquela imaginação
estava cheia de safadezas. Pouco tempo depois ele voltou, subiu até o meu
andar, abriu a porta sem fazer barulho, tirou a roupa e, quando me despertou
com o pau fazendo carinhos em meus lábios ainda sonolentos.
Abri os olhos de forma
rápida e logo abri bem a boca para engolir aquela pica grossa, que havia me
rasgado durante toda a noite. Fiquei ajoelhada na cama, de frente para ele e o chupei
como se não nos víssemos há meses. Sem usar as mãos comecei a acelerar os movimentos
só para ouvi-lo gemer.
Ele me puxou pelo cabelo com
força, segurou meu rosto com a outra mão, passou a língua com força na minha
boca e disse que era a vez dele. Fui virada com força de ponta cabeça e
iniciamos um delicioso meia nove. Ele logo começou a lamber o meu cuzinho, um
sinal de que queria come-lo. Eu adorava dar o rabo para aquele sem vergonha.
Ele me fazia gozar tão gostoso, eu chegava a ficar mole sentindo aquela pica me
arrombando por trás.
Fui colocada de ladinho,
virei para ele com olhar de permissão e senti a cabeça do pau abrindo caminho
para as penetradas que vinham devagar, mas com força no um cu. A cada estocada
eu podia sentir as bolas dele encostando-se a minha xaninha e tudo ficava ainda
melhor.
Comecei a lamber meus seios
macios e empinei ainda mais a bunda para sentir o pau até o talo dentro de mim.
Você come meu cuzinho de um jeito tão gostoso, sabia? Vou à loucura quando me
fode assim – foi o que eu disse a ele, enquanto gozava imaginando a sensação
dele ao sentir o quanto meu cu era apertado.
Ele me chamou de puta,
colocou o dedo na minha boca para que eu o lambesse. Reforçou que a minha bunda é só dele, segurou
um dos meus peitos com vontade e me deixou lotada de porra naquela manhã de um
domingo qualquer.
domingo, 22 de abril de 2012
EMBAÇANDO OS VIDROS DO CARRO
Passamos a noite como anfitriões, mostrando a cidade a um amigo que veio nos visitar. Dentro do carro ou quando sentados lado a lado no barzinho eu, discretamente, permitia que minha mão acariciasse o pau dele, que em pouquíssimo tempo respondia ao meu carinho, ficando tenro e mostrando saudade de estar dentro de mim.
Era impossível não ficar molhada, mas me esforcei durante toda a noite. E que longa noite! A companhia era agradável, mas o tesão era ainda maior. As horas pareciam arrastar-se. Ele já havia percebido que, por baixo daquele macacão, comprado especialmente para agradá-lo, não havia nem mesmo a menor das calcinhas. Sim, eu estava sem lingerie e ele podia sentir os meus peitos durinhos em suas mãos.
Percebemos que não havia como esperar que a visita fosse embora, então a deixamos em casa, demos uma desculpa esfarrapada e saímos sozinhos. O tempo era curto. O que fazer? E aquele tesão que ia aumentando como se fosse transbordar? Pedi que ele parasse sob uma árvore. Era madrugada, o bairro era repleto de casas e vez ou outra um guarda passava pela rua para vistoriar o local. Era preciso ser rápido! Nossos lábios pareciam entender a pressa e não tardaram em se entrelaçar deliciosamente. O beijo dele é quente, molhado e logo me leva à loucura.
Abri o zíper dele rapidamente e logo matei a minha vontade de enfiar aquele pau boca adentro. Ele perguntou se iria ficar apenas na vontade e de pronto respondi que não. Pedi que ele deitasse o banco. O meu homem terminou de tirar a própria roupa enquanto eu mesma arrancava a minha. Minha xaninha pingava tesão! Logo a calei sentando no colo dele. O pau entrou deslizando e nós dois gememos juntos logo depois que ele colocou a ponta de um dos dedos no meu cuzinho. Eu adorava entregar meu cu a ele e aquele safado sabia disso.
Enquanto ele falava no meu ouvido o quanto eu era cachorra e safada, eu cavalgava abraçando aquelas costas largas que são testemunhas do meu prazer. Ele segurava a minha bunda com as duas mãos e eu sentia o pau me arrombando inteira.
O vidro do carro estava embaçado, o guarda não demoraria à vir e eu queria gritar de prazer, mas era preciso contentar-me com gemidos baixinhos ao pé do ouvido dele, que agora me contava que queria encher a minha boca de porra para que eu pudesse engolir todo o líquido resultante da nossa aventura. Nós dois estávamos molhados com o suor um do outro, acelerei o ritmo das cavalgadas e senti que o pau dele latejava. Não pude conter o clímax, percebi que até minhas pernas já estavam molhadas porque, com ele, a cada gozada, eu ejaculava; soltei uma gemida longa e safada. Quase ao mesmo tempo, o dono do pau que me fazia subir pelas paredes, urrou enquanto me enchia com a sua porra quente e grossa.
Ouvimos o barulho da moto do policial que se aproximava da rua onde estávamos e rapidamente nos abaixamos com a adrenalina a mil. Depois que a autoridade passou, nos vestimos enquanto ríamos da nossa loucura.
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