segunda-feira, 30 de novembro de 2020

ATITUDE

 Havíamos nos falado por dois dias seguidos e eu confesso que quando o via vestido de branco, no terreiro onde o conheci, mirava o olhar para o meio das pernas dele. Combinamos que ele me buscaria em uma festa e a minha vontade era de entrar no carro sem calcinha, com a mente cheia de maldade. No caminho para minha casa conseguia sentir a xana latejando, implorando pra ser penetrada, mas estava menstruada e decidida a não meter com ele.

No sofá da sala faltou assunto e sobrou tesão. Nossos corpos imploravam por sexo e ele me beijou. Um beijo quente, molhado, meticuloso. Deitou-me à força e eu expliquei que não podia ceder à vontade de ser penetrada. A respiração estava ofegante e eu sentia o tesão escorrendo entre as pernas. 

Sem pedir autorização, ele arrancou o meu o.b. e enfiou o pau na minha buceta, como se precisasse descarregar ali toda a tensão. Metemos muito, mas devagar, de um jeito que eu não estava acostumada. Quando confessei a ele que não sabia foder devagar, ele sussurrou no meu ouvido que os outros não sabiam me dar prazer e que ele me mostraria como era.

E assim...me comendo com intensidade e vontade, ele me arrombou pela casa toda. Sem pressa, dominando quem estava acostumada a dominar. Eu fechava os olhos e queria gritar de prazer, e ele me incentivava a fazer tudo o que estava com vontade. A cada orgasmo, eu arranhava as costas dele, mordia as orelhas com alargadores, lambia a careca, queria subir nas paredes. 

Foi só quando eu estava esgotada, com a xana pulsando de tanto gozar, que ele levantou levemente o corpo e gemeu gostoso, enchendo meus peitos macios de porra quente.

terça-feira, 12 de junho de 2018

AQUELA BARBA

Ele com a barba por fazer há dias e ela, sem o prazer de uma pica entrando e saindo do cu, há meses. A combinação perfeita para melhorar uma madrugada longa e parada. Ela vestia apenas camiseta branca e calcinha fio dental.
Sabendo do seu fetiche por homens barbados, ele não hesitou em provocá-la. Esfregando o rosto áspero ao redor do pescoço dela, intercalando com beijos e apertões, foi deixando-a excitada e sem controle sobre o próprio corpo. As pernas tremiam, os gemidos sussurrados já não podiam ser contidos e o tesão escorria entre as pernas. Gozou ali mesmo, sentindo a barba roçando e as mordidas ao redor do pescoço.

Agachou-se para chupá-lo. Enfiou o dedo na buceta e lambuzou o pau antes de engolí-lo sem pudor. Mamou olhando fixamente para os braços fortes do parceiro e não tardou a pedir a ele que lhe enfiasse aquele pau na xana mais que molhada.
Ele o fez. Puxando apenas a calcinha para o lado, meteu com ela de costas, ali apoiada no balcão da cozinha. A bunda grande pedia aquela pica, que balançava a cada enfincada.

Foram para o quarto, ela segurou firme o pau dele e encaixou-o inteirinho no rabo. Rebolou de ladinho, enquanto era enforcada com força.Lembrou-se o quanto gostava de dar o cu pra ele e tratou de aproveitar cada segundo. 

Ele colocou-a na posição frango assado e forçou as pernas dela até que os pés da moça alcançaram os próprios ombros. Bombou com força naquele cu, enquanto ela se revirava e gemia na cama de prazer.

Finalizou a transa enchendo aquele rabo de porra. Soltou uma confissão de que havia sido gostoso e comemoraram com um toque de mãos. 


VAMOS AO BANHEIRO?

Amigas há anos, já haviam trocado confissões sexuais diversas vezes, mas tardaram a imaginar que poderiam proporcionar prazer uma à outra. Bastou que uma delas tocasse no assunto para que percebessem que o tesão se fazia presente.

Uma delas era casada e a outra, solteira. Com autorização do marido, saíram com colegas do trabalho para beber.
Entre um drink e outro, começaram a trocar fotos sensuais sem que o restante da mesa notasse. Foram juntas até o banheiro e entraram no mesmo espaço. Já embriagadas e sem conter o instinto, se beijaram até perder o fôlego. A de cabelos longos sentou sobre o vaso, ficou com o rosto na altura da cintura da moça de cabelo negro e curtinho, levantou o vestido dela e, sem titubear, sugou a xana que escorria tesão.

A casada, ao sentir a língua entre as pernas proporcionando prazer, gemeu baixinho e discretamente enquanto rebolava. Ela retribuiu metendo os dedos na buceta, lambuzando os seios e os oferecendo para a amiga chupar.

Começaram a receber ligações das demais colegas que estavam na choperia e se deram conta de que teriam de voltar. Mas não sem antes se beijarem novamente.
Retornaram à mesa com uma desculpa esfarrapada e uma vontade de repetir o encontro de prazer.

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

A PAQUERA DELE


Ele chegou contando que havia sido desejado por uma moça no trabalho. Nos deitamos no sofá e pedi detalhes sobre a nova paquera. Quanto mais ele contava, mais minha bucetinha ficava molhada e mais eu o encarava nos olhos.

Pedi para que ele desse sequência ao envolvimento e combinasse para foder com a moça, mas com uma condição: chegar em casa com o pau sem lavar, com cheiro e sabor de foda. O fetiche era esse, chupar o pinto dele imaginando as cenas de sexo recém-consumado.

Já com o pau duro, ele tirou a cueca e me arrancou suspiros ao encher minha xana com deliciosos 21 centímetros de pica. Dobrou minhas pernas em direção aos ombros e metemos imaginando a cena planejada. 

Os três orgasmos foram suficientes para deixar meu cuzinho lambuzado e latejante, então não titubeei e pedi para que ele me enrabasse. Com os dedos na buceta conseguia sentir as estocadas do pinto dele dentro do meu cu e não demorei para voltar a gozar. Queria congelar o tempo e também aquela sensação deliciosa.

Terminamos com ele cobrindo minha vagina de porra e prazer.

BEIJO TARADO

Ter os lábios dele sobre os seus a deixava excitada e sem vontade de interromper o beijo. Isso não era novidade, mas naquela noite o resultado foi atípico. Ele estava deitado no sofá, usando apenas uma cueca azul, exibindo o volume do pau que, mesmo sem estar duro, era delicioso de ver. Sem malícia, ela deitou-se bem ao lado e não demorou nada para que ele começasse a mamar de forma lenta e excitante nos seios de bicos largos e macios.

As caríciais evoluíram para mordidas e lambidas no pescoço e, logo depois, para beijos caóticos, que igual ao casal, fugiam totalmente dos padrões. Saliva, línguas enroscadas, lábios sugados e mordidas, ora rapidamente e ora de forma lenta e envolvente. Quanto mais se beijavam, mais ela rebolava encaixada com as pernas sobre ele, como se fosse cavalgar sobre a pica, que agora estava tenra e apetitosa.

Ela sentia o tesão escorrer pela virilha e foi ficando impossível segurar tanto os gemidos quanto a vontade de gozar. Surpresa com o resultado, ela interrompeu o tal beijo e atingiu o clímax, esboçando um sorriso safado de satisfação logo após o orgasmo. 

Ainda sentindo a xana latejar, por conta de ter gozado, não perdeu tempo e matou a sede de chupar pau. Lambuzou a piroca com bastante saliva, colocou-a entre os seios, no melhor estilo espanhola, e pediu para beber porra. Dormiu alimentada pelo leitinho e apaixonada com o beijo que a fizera gozar gostoso.

PROIBIDO E GOSTOSO

Era madrugada de quinta-feira e ele estava plantão na portaria. Quase não havia movimento e, por mensagem, contou que estava consumido pelo tédio das horas que custavam a passar. Despediram-se quando ela disse que estava cansada e sonolenta.

Poucos minutos depois, a porta do pequeno espaço (protegido com insulfilme e localizado logo na entrada do condomínio de casas) foi aberta sorrateiramente. Assustado, o porteiro virou-se para conferir de quem se tratava. Sorriu malandramente ao se certificar se que era ela, usando um vestido decotado. Ao questionar o que havia ocorrido, ouviu que faltava sono e sobrava tesão.

Ao percorrer as mãos pelo corpo da moça, notou que nada havia por baixo do vestido, a não ser uma boceta molhada. Imediatamente colocou o pau para fora da calça e, logo depois de chamá-la de cachorra, ofereceu a vara latejante e dura. A safada sugou com vontade, até perder o fôlego e não suportar mais a vontade de ter aquela pica entre as pernas.

Ele levantou o vestido dela e ao sentir o pau escorregar para dentro da moça, emitiu um suave suspiro de prazer. Transaram durante bons minutos, com direito a meter em cima cadeira de trabalho. Assim, todas as vezes que ele estivesse ali, se lembraria da deliciosa aventura com a sapeca da casa 1019.

quinta-feira, 27 de julho de 2017

TROCO CIÚMES POR TESÃO

Ele foi minha primeira experiência de relacionamento com um homem casado. No início, achei que iria pirar, parecia um envolvimento tão errado. Mas depois de um tempo de adaptação, passei a aproveitar ao máximo aquele que estava sendo o melhor sexo dos meus trinta e poucos anos.

A melhor preliminar era ouvir ele contar sobre as transas do passado e as paqueras atuais. Saber o quanto aquele corpinho, cheio de habilidades, é desejado me deixava molhada, subindo pelas paredes. Enquanto a gente metia, eu imaginava ele com as outras (todas gostosas) e, assim, ficava difícil não gozar. Tinha a história de quando ele comia mãe e filha, a ousada que dava pra ele em plena praça pública, a que ele fez jogar a toalha depois de fazerem sexo selvagem por horas a fio. 

Não era apenas o físico que me enlouquecia, nem a intimidade declarada ou a pegada certeira; era o jeito dele de me conduzir à sacanagem que fazia tudo ser diferente. Certo dia, em horário de expediente, larguei tudo e fui para o banheiro me masturbar. Ele me encheu de vídeos e fotos provocativas e eu fiquei sem escolha. Gozei baixinho no trabalho e tive de continuar na empresa com a xana lambuzada.

Hoje devo vê-lo e , desde cedo, começo a desejar o beijo, as palavras sussurradas de forma despudorada, os dedos entre as minhas pernas e a porra enchendo meu cuzinho.