Ele foi minha primeira experiência de relacionamento com um homem casado. No início, achei que iria pirar, parecia um envolvimento tão errado. Mas depois de um tempo de adaptação, passei a aproveitar ao máximo aquele que estava sendo o melhor sexo dos meus trinta e poucos anos.
A melhor preliminar era ouvir ele contar sobre as transas do passado e as paqueras atuais. Saber o quanto aquele corpinho, cheio de habilidades, é desejado me deixava molhada, subindo pelas paredes. Enquanto a gente metia, eu imaginava ele com as outras (todas gostosas) e, assim, ficava difícil não gozar. Tinha a história de quando ele comia mãe e filha, a ousada que dava pra ele em plena praça pública, a que ele fez jogar a toalha depois de fazerem sexo selvagem por horas a fio.
Não era apenas o físico que me enlouquecia, nem a intimidade declarada ou a pegada certeira; era o jeito dele de me conduzir à sacanagem que fazia tudo ser diferente. Certo dia, em horário de expediente, larguei tudo e fui para o banheiro me masturbar. Ele me encheu de vídeos e fotos provocativas e eu fiquei sem escolha. Gozei baixinho no trabalho e tive de continuar na empresa com a xana lambuzada.
Hoje devo vê-lo e , desde cedo, começo a desejar o beijo, as palavras sussurradas de forma despudorada, os dedos entre as minhas pernas e a porra enchendo meu cuzinho.