quinta-feira, 27 de julho de 2017

TROCO CIÚMES POR TESÃO

Ele foi minha primeira experiência de relacionamento com um homem casado. No início, achei que iria pirar, parecia um envolvimento tão errado. Mas depois de um tempo de adaptação, passei a aproveitar ao máximo aquele que estava sendo o melhor sexo dos meus trinta e poucos anos.

A melhor preliminar era ouvir ele contar sobre as transas do passado e as paqueras atuais. Saber o quanto aquele corpinho, cheio de habilidades, é desejado me deixava molhada, subindo pelas paredes. Enquanto a gente metia, eu imaginava ele com as outras (todas gostosas) e, assim, ficava difícil não gozar. Tinha a história de quando ele comia mãe e filha, a ousada que dava pra ele em plena praça pública, a que ele fez jogar a toalha depois de fazerem sexo selvagem por horas a fio. 

Não era apenas o físico que me enlouquecia, nem a intimidade declarada ou a pegada certeira; era o jeito dele de me conduzir à sacanagem que fazia tudo ser diferente. Certo dia, em horário de expediente, larguei tudo e fui para o banheiro me masturbar. Ele me encheu de vídeos e fotos provocativas e eu fiquei sem escolha. Gozei baixinho no trabalho e tive de continuar na empresa com a xana lambuzada.

Hoje devo vê-lo e , desde cedo, começo a desejar o beijo, as palavras sussurradas de forma despudorada, os dedos entre as minhas pernas e a porra enchendo meu cuzinho.