quinta-feira, 26 de abril de 2012

EXPLORADORA

De quatro era a posição favorita dela. Isso porque a pose facilitava que ela fizesse o que mais gostava, lamber não só a minha xaninha, mas também o meu cuzinho. A chupada dela chegava a fazer barulho e provocava em mim muitas fantasias. Eu sempre rebolava empurrando o meu traseiro contra a língua dela e a sensação era maravilhosa. Essa que vos escreve gostava também de recuar repentinamente para surpreendê-la com beijos. Na maioria das vezes o desejo pelo beijo nem era tão grande, mas enorme era a sensação de lamber aqueles lábios com o sabor da minha bucetinha.

Ela chegava a enfiar vários dedos dentro de mim e depois chupava dedinho por dedinho enquanto me encarava. Eu sempre a fazia gozar rápido porque, modéstia à parte, meu oral vai direto ao ponto com elas. Em cada gozada, essa morena gostosa de quem falo aqui agora, se manifestava impulsionando o corpo à frente e puxando os meus longos cabelos.

Quando nos encaixávamos, nos olhávamos feito duas amantes que se encontrariam pela última vez. Nunca sabíamos quando seria realmente a derradeira transa, mas o clima era esse. Abrir as pernas e encaixar xaninha com xaninha era uma posição deliciosa, a minha favorita, confesso. Isso porque tal postura permitia que esfregássemos os seios uma na outra enquanto nos movimentávamos. Adoro peitos. Sou apaixonada pela maciez, a sensualidade e a sensibilidade que moram neles. Quer me deixar feliz? Então sugue os meus seios com vontade, deixe que eu chupe um enquanto chupa o outro, aperte com força quando eu for gozar! Vou ao paraíso assim.

 Explorar o corpo é uma arte e ter alguém de confiança para realizar a missão junto com você é um presente.


CURVAS

 

"A mulher gostosa é um conjunto de curvas capaz de deixar reta a única curva que um homem tem."

terça-feira, 24 de abril de 2012

A PRIMEIRA VEZ


Você há de concordar comigo que não existe no mundo sabor mais gostoso que o de bucetinha. Não é mesmo? Eu demorei para descobrir isso, mas quando fui apresentada a essa delícia, não abandonei mais.

Eu tinha vinte e um anos e aceitei o convite de dois amigos, que trabalhavam na mesma agência de publicidade que eu, para me divertir em uma festa gay. Eu havia terminado um namoro havia pouco tempo e decidi beber e dançar para acelerar a volta do trem aos trilhos.
A comemoração era em uma casa na beira do rio. Havia muitas mulheres bonitas, outras nem tanto e vários homens dançando feito loucas no meio da pista. 

Um dos colegas de trabalho chamou a minha atenção dizendo que eu tinha atraído muitos olhares. Estava com um vestido preto bem curto no modelo tomara que caia. Como fazia frio os bicos dos meus seios estavam bem perceptíveis.

Dancei, cantei, bebi, retribuí algumas olhadas e recebi várias cantadas. No fim da madrugada, 80% das pessoas já haviam ido embora e eu decidi cair na piscina. Meus amigos entraram na casa com alguns outros convidados e em minha direção veio a loira mais gostosinha da festa.

Loira, cabelos longos e lisos, mais alta que eu, branquinha, sorriso enorme e olhar pra lá de provocante. Sentou na borda da piscina e perguntou o meu nome, se apresentou, me deu um beijo na bochecha e ficou em silêncio a me olhar. Fiquei tímida, ameacei sair da água, mas ela pulou para dentro.

Antes mesmo que eu dissesse algo, ela me segurou com força pela nuca como se fosse a mulher mais segura do universo e começou a me beijar. No começo tentei evitar, mas culpei a bebida que havia ingerido e me entreguei àqueles lábios macios e carnudos até perder o fôlego.

Ela levou a mão até um dos meus peitos, desceu delicadamente o vestido que eu usava enquanto me encarava. Ella levou a outra mão até o meio das minhas pernas, ergueu o meu vestido até a cintura, sussurrou no meu ouvido o quanto sou gostosa e ouviu um gemido baixinho partindo de mim.

Meu Deus, eu estava morrendo de tesão por uma mulher? O que fazer? E se alguém saísse da casa e visse? E meus amigos? Ela percebeu o turbilhão de pensamentos e me beijou, serenando a minha mente.

Puxei a alsa da blusa dela e me deleitei naqueles peitos com marquinha de biquini, bicos rosados e a pele macia. Quanto mais eu chupava, mais ela repetia: “mama em mim, vai. Chupa com vontade”. 


Ela sentou na beira da piscina com as pernas bem abertas e guiou a minha cabeça até a sua xaninha. Os movimentos da minha língua e da minha boca foram automáticos e percebi o quanto aquilo era gostoso. Fui à loucura e não queria mais parar até que ela e eu gozamos, quase juntas.

Trocamos risinhos safados, esperamos que a respiração voltasse ao normal e deixamos a piscina. Em seguida, anotamos os números de telefone para que aquela descoberta não parasse por ali.

PUNHETA


O que mais gosto é de surpreendê-lo. Na última semana, quando fomos ao cinema, por exemplo, enquanto cenas chatas eram exibidas na telona, abri o zíper da calça dele devagar, enfiei a mão inteira sob a calça devagarinho e comecei a acariciar aquele pau que iria me foder depois da sessão. 

Fico mesmo tarada. Gosto de ter ele na boca ainda mole porque assim consigo senti-lo crescer aos poucos enquanto mato a vontade. Há quem não acredite, mas quase sempre gozo durante o meu boquete a ele. 

Começo a lamber a cabecinha do pau, em seguida a esfrego molhada sobre os bicos grandes e macios dos meus seios e enquanto o imagino entrando e saindo da minha xaninha, sinto ela escorrendo. Se dependesse de mim, ficaria horas a fio lambendo, passando a unha levemente sobre o saco e me deliciando ao mesmo tempo em que ele.

Enquanto bato gostoso para ele vou ao céu, me sinto a dona daquele cacete. Gosto mesmo é de acelerar os movimentos enquanto coloco só a cabeça rosada daquele pau na boca. Enfio ele até o fundo da garganta, tiro as mãos e embalo no sobe e desce boca adentro até engasgar. Enquanto me divirto sento sobre a perna dele com a minha bucetinha bem aberta para que ele perceba o quanto ela fica molhada de prazer. 

Sinto que ela chega a ficar inchadinha e latejante. Sempre entrega o meu grau de tesão, essa danada. Posso até tentar fingir que não quero o pau dele naquela noite, mas basta colocar a mão entre as minhas pernas para descobrir a mentira.

Quando quero vê-lo gozar, seguro o pau com as duas mãos e com movimentos leves e ligeiros bato punheta enquanto passo a língua sobre a cabecinha rosada daquele cacete. Depois disso é só estar preparada para engolir tudo quando ele surtar!

segunda-feira, 23 de abril de 2012

O ALVO ERA O CUZINHO


Chovia bastante e eu, que nunca gostei de ficar sozinha quando o céu precipitava, pedi carinhosamente que ele dormisse comigo naquela noite de sábado. A noite foi perfeita porque além da companhia ganhei pau a madrugada inteira na xaninha sem parar.

No domingo bem no comecinho do dia ele foi para casa onde mora, no mesmo bairro onde vivo e trabalho. Nossa despedida foi com um boquete bem gostoso que fiz nele e que terminou com uma gozada bem no fundo da minha garganta. 

Ele e eu teríamos um almoço em família, mas preferi chegar um pouco mais tarde para descansar na cama. Assim que ele saiu, peguei rapidamente no sono sem imaginar que aquela imaginação estava cheia de safadezas. Pouco tempo depois ele voltou, subiu até o meu andar, abriu a porta sem fazer barulho, tirou a roupa e, quando me despertou com o pau fazendo carinhos em meus lábios ainda sonolentos.

Abri os olhos de forma rápida e logo abri bem a boca para engolir aquela pica grossa, que havia me rasgado durante toda a noite. Fiquei ajoelhada na cama, de frente para ele e o chupei como se não nos víssemos há meses. Sem usar as mãos comecei a acelerar os movimentos só para ouvi-lo gemer.

Ele me puxou pelo cabelo com força, segurou meu rosto com a outra mão, passou a língua com força na minha boca e disse que era a vez dele. Fui virada com força de ponta cabeça e iniciamos um delicioso meia nove. Ele logo começou a lamber o meu cuzinho, um sinal de que queria come-lo. Eu adorava dar o rabo para aquele sem vergonha. Ele me fazia gozar tão gostoso, eu chegava a ficar mole sentindo aquela pica me arrombando por trás.

Fui colocada de ladinho, virei para ele com olhar de permissão e senti a cabeça do pau abrindo caminho para as penetradas que vinham devagar, mas com força no um cu. A cada estocada eu podia sentir as bolas dele encostando-se a minha xaninha e tudo ficava ainda melhor.

Comecei a lamber meus seios macios e empinei ainda mais a bunda para sentir o pau até o talo dentro de mim. Você come meu cuzinho de um jeito tão gostoso, sabia? Vou à loucura quando me fode assim – foi o que eu disse a ele, enquanto gozava imaginando a sensação dele ao sentir o quanto meu cu era apertado.

Ele me chamou de puta, colocou o dedo na minha boca para que eu o lambesse.  Reforçou que a minha bunda é só dele, segurou um dos meus peitos com vontade e me deixou lotada de porra naquela manhã de um domingo qualquer.

domingo, 22 de abril de 2012

EMBAÇANDO OS VIDROS DO CARRO

Passamos a noite como anfitriões, mostrando a cidade a um amigo que veio nos visitar. Dentro do carro ou quando sentados lado a lado no barzinho eu, discretamente, permitia que minha mão acariciasse o pau dele, que em pouquíssimo tempo respondia ao meu carinho, ficando tenro e mostrando saudade de estar dentro de mim.

Era impossível não ficar molhada, mas me esforcei durante toda a noite. E que longa noite! A companhia era agradável, mas o tesão era ainda maior. As horas pareciam arrastar-se. Ele já havia percebido que, por baixo daquele macacão, comprado especialmente para agradá-lo, não havia nem mesmo a menor das calcinhas. Sim, eu estava sem lingerie e ele podia sentir os meus peitos durinhos em suas mãos.


Percebemos que não havia como esperar que a visita fosse embora, então a deixamos em casa, demos uma desculpa esfarrapada e saímos sozinhos. O tempo era curto. O que fazer? E aquele tesão que ia aumentando como se fosse transbordar? Pedi que ele parasse sob uma árvore. Era madrugada, o bairro era repleto de casas e vez ou outra um guarda passava pela rua para vistoriar o local. Era preciso ser rápido! Nossos lábios pareciam entender a pressa e não tardaram em se entrelaçar deliciosamente. O beijo dele é quente, molhado e logo me leva à loucura.

Abri o zíper dele rapidamente e logo matei a minha vontade de enfiar aquele pau boca adentro. Ele perguntou se iria ficar apenas na vontade e de pronto respondi que não. Pedi que ele deitasse o banco. O meu homem terminou de tirar a própria roupa enquanto eu mesma arrancava a minha. Minha xaninha pingava tesão! Logo a calei sentando no colo dele. O pau entrou deslizando e nós dois gememos juntos logo depois que ele colocou a ponta de um dos dedos no meu cuzinho. Eu adorava entregar meu cu a ele e aquele safado sabia disso.

Enquanto ele falava no meu ouvido o quanto eu era cachorra e safada, eu cavalgava abraçando aquelas costas largas que são testemunhas do meu prazer. Ele segurava a minha bunda com as duas mãos e eu sentia o pau me arrombando inteira.

O vidro do carro estava embaçado, o guarda não demoraria à vir e eu queria gritar de prazer, mas era preciso contentar-me com gemidos baixinhos ao pé do ouvido dele, que agora me contava que queria encher a minha boca de porra para que eu pudesse engolir todo o líquido resultante da nossa aventura. Nós dois estávamos molhados com o suor um do outro, acelerei o ritmo das cavalgadas e senti que o pau dele latejava. Não pude conter o clímax, percebi que até minhas pernas já estavam molhadas porque, com ele, a cada gozada, eu ejaculava; soltei uma gemida longa e safada. Quase ao mesmo tempo, o dono do pau que me fazia subir pelas paredes, urrou enquanto me enchia com a sua porra quente e grossa.

Ouvimos o barulho da moto do policial que se aproximava da rua onde estávamos e rapidamente nos abaixamos com a adrenalina a mil. Depois que a autoridade passou, nos vestimos enquanto ríamos da nossa loucura.