segunda-feira, 30 de novembro de 2020

ATITUDE

 Havíamos nos falado por dois dias seguidos e eu confesso que quando o via vestido de branco, no terreiro onde o conheci, mirava o olhar para o meio das pernas dele. Combinamos que ele me buscaria em uma festa e a minha vontade era de entrar no carro sem calcinha, com a mente cheia de maldade. No caminho para minha casa conseguia sentir a xana latejando, implorando pra ser penetrada, mas estava menstruada e decidida a não meter com ele.

No sofá da sala faltou assunto e sobrou tesão. Nossos corpos imploravam por sexo e ele me beijou. Um beijo quente, molhado, meticuloso. Deitou-me à força e eu expliquei que não podia ceder à vontade de ser penetrada. A respiração estava ofegante e eu sentia o tesão escorrendo entre as pernas. 

Sem pedir autorização, ele arrancou o meu o.b. e enfiou o pau na minha buceta, como se precisasse descarregar ali toda a tensão. Metemos muito, mas devagar, de um jeito que eu não estava acostumada. Quando confessei a ele que não sabia foder devagar, ele sussurrou no meu ouvido que os outros não sabiam me dar prazer e que ele me mostraria como era.

E assim...me comendo com intensidade e vontade, ele me arrombou pela casa toda. Sem pressa, dominando quem estava acostumada a dominar. Eu fechava os olhos e queria gritar de prazer, e ele me incentivava a fazer tudo o que estava com vontade. A cada orgasmo, eu arranhava as costas dele, mordia as orelhas com alargadores, lambia a careca, queria subir nas paredes. 

Foi só quando eu estava esgotada, com a xana pulsando de tanto gozar, que ele levantou levemente o corpo e gemeu gostoso, enchendo meus peitos macios de porra quente.