Infelizmente houve uma despedida e, apesar de ter sido consciente, durou menos tempo que o necessário para que eu pudesse sentir uma pontinha sequer do prazer que eu partilhávamos durante todas as outras vezes.
Essa foi a primeira vez que não gostei quando ele teve pressa para que eu ficasse inteiramente nua e também não soltei um sorriso satisfeito quando ele encheu a minha boca de porra. Foi automático, sem qualquer ligação e logo na sequência eu continuava à espera do toque, do tesão e da nossa sintonia sem pudor, de sempre.
Ele usava calça de moleton, a meu pedido, não sei explicar, mas fico louca com homens que ficam de moleton em casa, o cheiro dele era aquele de sempre, mas o olhar e a vontade de beijar já não eram os iguais. Eu estava ali, pronta à me entregar, mas não imaginava que enquanto olhava para mim, era em outra mulher que ele pensava e por quem seu coração batia.