segunda-feira, 9 de julho de 2012

DANDO SHOW


Estavam em meio a milhares de pessoas, num show no interior de São Paulo, mas conter a vontade de colar os corpos e meter sem previsão de horário para terminar, ficava mais difícil a cada beijo.

Ele, tem o beijo molhado, os lábios macios e a gostosa mania de dar mordidinhas na nuca dela. Ela, sedenta de vontade de provar daquele pau virou de costas e começou a rebolar de acordo com o ritmo da música para não chamar a atenção da multidão. O resultado não poderia ter sido outro, pau latejante dentro da calça dele e xaninha que molhava a calcinha vermelha transparente e bem pequena que ela havia escolhido para a noite.

Quando o show terminou, logo foram à procura de um local vazio. Beijavam-se de forma tão sensual que ela não conseguia mais segurar os sutis gemidos e, tomada pelo tesão do momento, abriu os dois primeiros botões da blusa e deixou que ele tocasse os seios firmes e macios.

Já não podiam controlar a vontade e foram em direção a um banheiro próximo dali. Quando perceberam que o lugar estava deserto, entraram rapidamente em uma das cabines e trancaram a porta. Sem cessar com os beijos e com a respiração ofegante ela abriu o zíper dele e não fez questão alguma em resistir àquele pau grosso. Enfiou ele todo na boca como se o mundo fosse acabar naquele exato momento. Chupou, engoliu inteiro, mamou só na cabeça e quando ele estava perto de gozar, ela baixou a própria calça deixando à mostra a calcinha. Ela curvou-se para frente, apoiou uma das pernas sobre o vaso sanitário e puxou o fio dental vermelho de ladinho. Ao notar o quanto ela estava molhada, ele meteu o pau com vontade dentro daquela bucetinha inchada e lisinha.

Ele puxou com força o cabelo dela para trás e os dois não seguraram os gemidos. Ela pedia mais pau, mais pau e ele admirava a bunda dela tremendo a cada enfincada. Ela cravou as duas mãos com as unhas pintadas de vermelho na parede, avisando que iria gozar. Em seguida ela virou de frente para ele, agachou-se e começou a fazer boquete enquanto o encarava com olhar tarado. A velocidade foi aumentando, aumentando, até que ela encheu a boca de porra, engoliu e soltou um sorriso satisfeito.