domingo, 9 de abril de 2017

CAINDO DE BOCA

Sexo oral bom é aquele que quem pratica sente prazer em estar entre as pernas do outro. As dicas de como fazer estão ao alcance de qualquer curioso e quando o assunto é meteção, curiosidade é fundamental. O segredo, se é que há, está em gostar do que está fazendo e se colocar no lugar do outro. Esfregar a barba com força na vagina da parceira dói, é óbvio; assim como chupar pau com bastante saliva é mais gostoso.

Homens, em geral, gostam de ver as expressões taradas das parceiras enquanto são chupados, mas mulheres, na maioria das vezes, não gostam de serem encaradas (em busca de aprovação) enquanto o sujeito cai de boca na xana delas.

Em geral, quanto mais se pratica, melhor fica. Perguntar é um grande facilitador, quando há dúvida. Assistir a filmes, ajuda. Dentes, nunca. Barba (no caso do homens, claro) quase nunca; língua e saliva, sempre. 

A linha entre o que é desagradável e o que é prazeroso, é tênue; lembrem-se disso. Homens, vejam vídeos entre lésbicas e atentem-se aos detalhes, elas são as melhores professoras. Mulheres, ouçam seus parceiros, eles gostam de dar dicas e contar com detalhes sobre o que mais dá tesão na hora do boquete.

Minha chupeta favorita é quando interrompo a transa pra chupar e sentir o sabor do pau lambusado, com direito à garganta profunda e usando as mãos apenas para massagear o saco. Já a chupada preferida é massageando o clitóris com a mão, de forma firme, porém suave, enquanto (com a língua semi-relaxada) percorro o restante da buceta; sem esquecer de dar atenção ao cuzinho, que também merece ser lambido com carinho. Confesso que o melhor de tudo é que sinto tanto tesão é que gozo dando prazer.

Agora é só  cair de boca e ser feliz!

sábado, 8 de abril de 2017

TCHAU, GOODBYE, ARIVEDERTI

Sabe aquele pau amigo gostoso, sarcástico e mente aberta, que dá vontade de promover a namorado? Já tive um. A questão é que a relação com P.A., como qualquer outro relacionamento desse tipo, acaba evoluindo naturalmente. E eis que chega o perigo, ou a gente se apaixona ou parte pra amizade e deixa o sexo no passado.

No meu caso foi mais fácil porque, além dele ter uma namoradinha esquisita, acabei me envolvendo com um bonitão desses que enchem de agrados. Conversamos e concordamos em manter a amizade, mas antes combinamos uma despedida comum. Pedi que ele aparecesse em casa de chinelos porque o tesão aumenta e assim ele fez. 

Saí do banho enrolada na toalha, vi os pés calçados para atender meu pedido, ouvi os comentários irônicos, que tanto me deixam atraída por ele, e me deliciei naquela boca cercada por uma barba volumosa e macia. Logo senti minha xana escorrer e, pouco depois, sentia-na se contrair enquanto eu me afogava com a rola dele no fundo da garganta.

Ele lambeu meu cuzinho até que eu gemesse de prazer. Confesso que nunca vou saber se eu gostava mais de dar a bunda pra ele ou se ele é que gostava mais de meter no meu rabo. Sempre negava a bunda pra ele, uma área conhecida apenas por namorados. Não negava por frescura, mas só pra ouvir ele pedir bem gostoso e com insistência. Dessa vez ele ignorou a negativa e foi logo deslizando a rola pra dentro do meu cu. Às vezes o orgasmo chega tão intenso que a vontade é de gritar.

Essas foram as melhores gozadas da minha vida, até aqui. E é pingando de tesão que escrevo essa quase confissão, enquanto relembro a sensação de ter aquela pica penetrando meu cu.