sexta-feira, 8 de setembro de 2017

A PAQUERA DELE


Ele chegou contando que havia sido desejado por uma moça no trabalho. Nos deitamos no sofá e pedi detalhes sobre a nova paquera. Quanto mais ele contava, mais minha bucetinha ficava molhada e mais eu o encarava nos olhos.

Pedi para que ele desse sequência ao envolvimento e combinasse para foder com a moça, mas com uma condição: chegar em casa com o pau sem lavar, com cheiro e sabor de foda. O fetiche era esse, chupar o pinto dele imaginando as cenas de sexo recém-consumado.

Já com o pau duro, ele tirou a cueca e me arrancou suspiros ao encher minha xana com deliciosos 21 centímetros de pica. Dobrou minhas pernas em direção aos ombros e metemos imaginando a cena planejada. 

Os três orgasmos foram suficientes para deixar meu cuzinho lambuzado e latejante, então não titubeei e pedi para que ele me enrabasse. Com os dedos na buceta conseguia sentir as estocadas do pinto dele dentro do meu cu e não demorei para voltar a gozar. Queria congelar o tempo e também aquela sensação deliciosa.

Terminamos com ele cobrindo minha vagina de porra e prazer.

BEIJO TARADO

Ter os lábios dele sobre os seus a deixava excitada e sem vontade de interromper o beijo. Isso não era novidade, mas naquela noite o resultado foi atípico. Ele estava deitado no sofá, usando apenas uma cueca azul, exibindo o volume do pau que, mesmo sem estar duro, era delicioso de ver. Sem malícia, ela deitou-se bem ao lado e não demorou nada para que ele começasse a mamar de forma lenta e excitante nos seios de bicos largos e macios.

As caríciais evoluíram para mordidas e lambidas no pescoço e, logo depois, para beijos caóticos, que igual ao casal, fugiam totalmente dos padrões. Saliva, línguas enroscadas, lábios sugados e mordidas, ora rapidamente e ora de forma lenta e envolvente. Quanto mais se beijavam, mais ela rebolava encaixada com as pernas sobre ele, como se fosse cavalgar sobre a pica, que agora estava tenra e apetitosa.

Ela sentia o tesão escorrer pela virilha e foi ficando impossível segurar tanto os gemidos quanto a vontade de gozar. Surpresa com o resultado, ela interrompeu o tal beijo e atingiu o clímax, esboçando um sorriso safado de satisfação logo após o orgasmo. 

Ainda sentindo a xana latejar, por conta de ter gozado, não perdeu tempo e matou a sede de chupar pau. Lambuzou a piroca com bastante saliva, colocou-a entre os seios, no melhor estilo espanhola, e pediu para beber porra. Dormiu alimentada pelo leitinho e apaixonada com o beijo que a fizera gozar gostoso.

PROIBIDO E GOSTOSO

Era madrugada de quinta-feira e ele estava plantão na portaria. Quase não havia movimento e, por mensagem, contou que estava consumido pelo tédio das horas que custavam a passar. Despediram-se quando ela disse que estava cansada e sonolenta.

Poucos minutos depois, a porta do pequeno espaço (protegido com insulfilme e localizado logo na entrada do condomínio de casas) foi aberta sorrateiramente. Assustado, o porteiro virou-se para conferir de quem se tratava. Sorriu malandramente ao se certificar se que era ela, usando um vestido decotado. Ao questionar o que havia ocorrido, ouviu que faltava sono e sobrava tesão.

Ao percorrer as mãos pelo corpo da moça, notou que nada havia por baixo do vestido, a não ser uma boceta molhada. Imediatamente colocou o pau para fora da calça e, logo depois de chamá-la de cachorra, ofereceu a vara latejante e dura. A safada sugou com vontade, até perder o fôlego e não suportar mais a vontade de ter aquela pica entre as pernas.

Ele levantou o vestido dela e ao sentir o pau escorregar para dentro da moça, emitiu um suave suspiro de prazer. Transaram durante bons minutos, com direito a meter em cima cadeira de trabalho. Assim, todas as vezes que ele estivesse ali, se lembraria da deliciosa aventura com a sapeca da casa 1019.

quinta-feira, 27 de julho de 2017

TROCO CIÚMES POR TESÃO

Ele foi minha primeira experiência de relacionamento com um homem casado. No início, achei que iria pirar, parecia um envolvimento tão errado. Mas depois de um tempo de adaptação, passei a aproveitar ao máximo aquele que estava sendo o melhor sexo dos meus trinta e poucos anos.

A melhor preliminar era ouvir ele contar sobre as transas do passado e as paqueras atuais. Saber o quanto aquele corpinho, cheio de habilidades, é desejado me deixava molhada, subindo pelas paredes. Enquanto a gente metia, eu imaginava ele com as outras (todas gostosas) e, assim, ficava difícil não gozar. Tinha a história de quando ele comia mãe e filha, a ousada que dava pra ele em plena praça pública, a que ele fez jogar a toalha depois de fazerem sexo selvagem por horas a fio. 

Não era apenas o físico que me enlouquecia, nem a intimidade declarada ou a pegada certeira; era o jeito dele de me conduzir à sacanagem que fazia tudo ser diferente. Certo dia, em horário de expediente, larguei tudo e fui para o banheiro me masturbar. Ele me encheu de vídeos e fotos provocativas e eu fiquei sem escolha. Gozei baixinho no trabalho e tive de continuar na empresa com a xana lambuzada.

Hoje devo vê-lo e , desde cedo, começo a desejar o beijo, as palavras sussurradas de forma despudorada, os dedos entre as minhas pernas e a porra enchendo meu cuzinho.


segunda-feira, 29 de maio de 2017

É FODA

A gente não transa, a gente não faz amor, a gente não faz sexo. A gente FODE. Sem medo de deixar marcas na pele ou dores pelo corpo. Ele morde, enforca, dá estocadas no limite da minha buceta e, em troca, ela escorre de tesão.

Os quadris se encontram com velocidade, os dedos seguram com força, ele sussurra absurdos ao pé do ouvido e meus urros de prazer não ficam presos na garganta. 

Eu rebolo e olho dentro da alma dele, que implora por prazer. Os corpos transpiram, se encaixam num vai e vem sedento por mais e mais prazer. Quero vara, quero aquela vara comprida me deixando louca, viciada, tarada. Quero ela na minha garganta, na minha xana, na minha cara, no meu cu.

Foder é isso, é tesão sem limite, é hematoma na pele que provoca saudade no dia seguinte, é falta de cerimônia, é carinho com pegada, é sussurro misturado com gemido intenso, é saliva, pele, dor, é deixar o instinto falar na busca por dar e receber prazer.

Portanto, desejo que vocês se fodam!

domingo, 9 de abril de 2017

CAINDO DE BOCA

Sexo oral bom é aquele que quem pratica sente prazer em estar entre as pernas do outro. As dicas de como fazer estão ao alcance de qualquer curioso e quando o assunto é meteção, curiosidade é fundamental. O segredo, se é que há, está em gostar do que está fazendo e se colocar no lugar do outro. Esfregar a barba com força na vagina da parceira dói, é óbvio; assim como chupar pau com bastante saliva é mais gostoso.

Homens, em geral, gostam de ver as expressões taradas das parceiras enquanto são chupados, mas mulheres, na maioria das vezes, não gostam de serem encaradas (em busca de aprovação) enquanto o sujeito cai de boca na xana delas.

Em geral, quanto mais se pratica, melhor fica. Perguntar é um grande facilitador, quando há dúvida. Assistir a filmes, ajuda. Dentes, nunca. Barba (no caso do homens, claro) quase nunca; língua e saliva, sempre. 

A linha entre o que é desagradável e o que é prazeroso, é tênue; lembrem-se disso. Homens, vejam vídeos entre lésbicas e atentem-se aos detalhes, elas são as melhores professoras. Mulheres, ouçam seus parceiros, eles gostam de dar dicas e contar com detalhes sobre o que mais dá tesão na hora do boquete.

Minha chupeta favorita é quando interrompo a transa pra chupar e sentir o sabor do pau lambusado, com direito à garganta profunda e usando as mãos apenas para massagear o saco. Já a chupada preferida é massageando o clitóris com a mão, de forma firme, porém suave, enquanto (com a língua semi-relaxada) percorro o restante da buceta; sem esquecer de dar atenção ao cuzinho, que também merece ser lambido com carinho. Confesso que o melhor de tudo é que sinto tanto tesão é que gozo dando prazer.

Agora é só  cair de boca e ser feliz!

sábado, 8 de abril de 2017

TCHAU, GOODBYE, ARIVEDERTI

Sabe aquele pau amigo gostoso, sarcástico e mente aberta, que dá vontade de promover a namorado? Já tive um. A questão é que a relação com P.A., como qualquer outro relacionamento desse tipo, acaba evoluindo naturalmente. E eis que chega o perigo, ou a gente se apaixona ou parte pra amizade e deixa o sexo no passado.

No meu caso foi mais fácil porque, além dele ter uma namoradinha esquisita, acabei me envolvendo com um bonitão desses que enchem de agrados. Conversamos e concordamos em manter a amizade, mas antes combinamos uma despedida comum. Pedi que ele aparecesse em casa de chinelos porque o tesão aumenta e assim ele fez. 

Saí do banho enrolada na toalha, vi os pés calçados para atender meu pedido, ouvi os comentários irônicos, que tanto me deixam atraída por ele, e me deliciei naquela boca cercada por uma barba volumosa e macia. Logo senti minha xana escorrer e, pouco depois, sentia-na se contrair enquanto eu me afogava com a rola dele no fundo da garganta.

Ele lambeu meu cuzinho até que eu gemesse de prazer. Confesso que nunca vou saber se eu gostava mais de dar a bunda pra ele ou se ele é que gostava mais de meter no meu rabo. Sempre negava a bunda pra ele, uma área conhecida apenas por namorados. Não negava por frescura, mas só pra ouvir ele pedir bem gostoso e com insistência. Dessa vez ele ignorou a negativa e foi logo deslizando a rola pra dentro do meu cu. Às vezes o orgasmo chega tão intenso que a vontade é de gritar.

Essas foram as melhores gozadas da minha vida, até aqui. E é pingando de tesão que escrevo essa quase confissão, enquanto relembro a sensação de ter aquela pica penetrando meu cu.

terça-feira, 14 de março de 2017

FETICHE

Eu estava menstruada, mas era impossível suportar a vontade de levar pau. Sem pensar duas vezes, mandei recado para o meu P.A. e confessei que queria que ele comesse meu cu. Claro que ele topou. Chegou durante a madrugada, tomou um breve banho e, com a rola tenra, sentou ao meu lado, no sofá.

Assistimos dois filmes, ou melhor, ele assistiu; já que eu não perdi tempo e aproveitei pra gozar bastante, com aquele pau machucando minha garganta e me fazendo lacrimejar.

Ao final do segundo filme, pedi para que ele fodesse meu cuzinho, afinal de contas, ele para isso que ele estava ali. Coloquei o dedo no meu rabo e senti o quanto estava apertado. Sem cerimônia, pressionei a rola dele com o bumbum e senti quando ela deslizou para dentro do meu cu.

Metemos em várias posições e eu gozei em todas elas. O tesão ficou tão intenso que acabei sentindo vontade de praticar um fetiche que é comum apenas em filmes eróticos. Tirei o pau dele de dentro do meu cuzinho e, com ele ainda lambuzado, chupei como se fosse o melhor picolé do mundo. 

O resultado não poderia ter sido outro, gozamos juntos, com direito a gemidos de prazer. No fim da madrugada, com a boca cheia de porra, não consegui evitar o semblante de alegria.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

CAFÉ DA MANHÃ

Não havia beijos apaixonados, nem carícias durante a transa e isso a deixava com ainda mais tesão. Já tinham repetido os encontros casuais algumas vezes, mas naquela manhã um novo ingrediente fez com que ela chegasse um pouco mais tarde no trabalho.
Com fotos da xana de uma amiga loira e tesuda, recebidas pelo celular, convidou o parceiro a voltar para a cama. Decidiram agradar a amiga (que morava em outra cidade) com vídeos que registravam aquele pau comprido arrombando, sem pudor, a xaninha latejante e molhada. 

Enquanto sentia a rola penetrando, ela imaginava a colega por perto, sendo chupada e gemendo de prazer. 

Ele parecia viciado em sexo anal, metia no cu da moça com maestria. Sabendo disso, pediu pra encerrar a transa da manhã dentro daquele cuzinho. Ela gozou três vezes e perdeu a força nas pernas e também no rabo, mas não na boca. Chupou a piroca recém-tirada do cu e, em troca, ficou com a garganta cheia de porra.