quinta-feira, 16 de agosto de 2012

TESÃO E MUITO PRAZER

Não sei o que vocês acham, mas eu acredito que as melhores transas são aquelas que chegam depois de uma briga entre o casal. No meu caso, quando as discussões acontecem, quebrar a desarmonia com o sexo é ainda mais intenso. Isso porque moramos em cidades diferentes, por enquanto, e pouco nos vemos.

Havia sido um dia cansativo para mim. Afinal de contas, encarar aeroporto, ônibus, táxi e shopping depois de uma manhã de trabalho que havia começado às seis horas não é fácil. Apesar do cansaço, fui até ele, toquei a campainha do apartamento usando um vestido longo azul com decote nas costas, que deixava à mostra minha tatuagem. Ele abriu a porta, nos abraçamos e fomos bater papo em frente à TV. Confesso que não conseguia parar de olhar disfarçadamente para os lábios dele. Sou apaixonada por aquela boca macia!

Não sei se me fiz perceber, mas não demorou muito para que, entre uma amenidade e outra dita por nós dois, ele lançasse  beijos suaves em meu pescoço. Imediatamente fiquei arrepiada e pensei comigo que se ele parasse, eu mesma continuaria. Sedentos de tesão, nos despimos de forma rápida e sem cerimônias, ele chupou os meus seios, depois deu leves mordidas neles e não contive o primeiro gemido. Ele notou a minha pressa e logo me chamou para cavalgar sobre aquele pau grosso, que arromba deliciosamente a minha xaninha. Se ela tivesse um número, diria que o pau dele é a combinação perfeita! 

Não houve dificuldade alguma, segurei a pica enquanto olhava dentro dos olhos dele e, quando sentei, ele deslizou para dentro de mim. Foi como se tivesse esperado por aquela sensação durante toda a minha vida. Comecei a meter e o interfone tocou. Era o porteiro : "sua pizza chegou". Enlouqueci e tive vontade de mandar à pizza para o inferno. Ele se vestiu e desceu, enquanto continuei sobre o colchão, me masturbando com dois dedinhos. 

O meu gostoso subiu rapidamente, para a minha sorte, e sem frescura abriu as minhas pernas na posição frango assado até que os meus joelhos encostassem nas minhas orelhas. E ali, com a xana molhada e totalmente receptiva, ganhei pau sem pausa ou dó. Gemi, apertei os bicos dos meus seios, pedi e recebi vários tapas na cara e gozei; não uma, nem duas, nem três, mas oito vezes; sem trégua, sem folga.

Ficamos juntos por quatro noites e cinco dias e durante a madrugada, o comecinho do dia, ou à tarde, as transas repetiam-se; mas cada vez com mais química, mais tesão, mais porra e mais orgasmos. Foi um verdadeiro treino das técnicas do Kama Sutra, com direito à posições inexplicáveis. Estava tão incrível que lágrimas caíram involuntariamente dos meus olhos enquanto eu mesma sufocava com as mãos meus gritos de prazer.

Nos fodemos na pia da cozinha e no colchão, de ladinho, de quatro, papai e mamãe, 69, cavalgada de frente, de costas; enfim, rebolei bastante e ele meteu demais. Em uma das noites, deixei que ele encostasse o pau no meio da minha bunda. Comecei a abrir e fechar o meu cuzinho, que estava encharcado com a lubrificação da minha xana, e rapidinho passei a sentir o pinto dele entrar em mim. Continuei usando o meu cu para fazer massagem naquele pau até que ele me desse de presente muita porra quentinha!

Noutra noite, ele estava bastante cansado depois de um dia intenso de trabalho, transamos gostoso, tomamos banho e fomos nos deitar. Eu estava de costas para ele e, sem querer querendo, encostei a bunda naquele pau e senti que estava enrijecido. Tentei controlar o tesão, mas quando percebi, já havia despido-no e cavalgava loucamente, agachada sobre a pica que, naquele momento, era só minha. Ele continuou  dormindo e depois confirmou que lembra-se de poucos detalhes daquele dia. Apesar da sonolência, o pau se manteve duro e o fiz gozar dentro da minha boca. Depois de engolir todo o leitinho, o abracei e dormimos felizes.

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