Sabe aquele pau amigo gostoso, sarcástico e mente aberta, que dá vontade de promover a namorado? Já tive um. A questão é que a relação com P.A., como qualquer outro relacionamento desse tipo, acaba evoluindo naturalmente. E eis que chega o perigo, ou a gente se apaixona ou parte pra amizade e deixa o sexo no passado.
No meu caso foi mais fácil porque, além dele ter uma namoradinha esquisita, acabei me envolvendo com um bonitão desses que enchem de agrados. Conversamos e concordamos em manter a amizade, mas antes combinamos uma despedida comum. Pedi que ele aparecesse em casa de chinelos porque o tesão aumenta e assim ele fez.
Saí do banho enrolada na toalha, vi os pés calçados para atender meu pedido, ouvi os comentários irônicos, que tanto me deixam atraída por ele, e me deliciei naquela boca cercada por uma barba volumosa e macia. Logo senti minha xana escorrer e, pouco depois, sentia-na se contrair enquanto eu me afogava com a rola dele no fundo da garganta.
Ele lambeu meu cuzinho até que eu gemesse de prazer. Confesso que nunca vou saber se eu gostava mais de dar a bunda pra ele ou se ele é que gostava mais de meter no meu rabo. Sempre negava a bunda pra ele, uma área conhecida apenas por namorados. Não negava por frescura, mas só pra ouvir ele pedir bem gostoso e com insistência. Dessa vez ele ignorou a negativa e foi logo deslizando a rola pra dentro do meu cu. Às vezes o orgasmo chega tão intenso que a vontade é de gritar.
Essas foram as melhores gozadas da minha vida, até aqui. E é pingando de tesão que escrevo essa quase confissão, enquanto relembro a sensação de ter aquela pica penetrando meu cu.
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