Ter os lábios dele sobre os seus a deixava excitada e sem vontade de interromper o beijo. Isso não era novidade, mas naquela noite o resultado foi atípico. Ele estava deitado no sofá, usando apenas uma cueca azul, exibindo o volume do pau que, mesmo sem estar duro, era delicioso de ver. Sem malícia, ela deitou-se bem ao lado e não demorou nada para que ele começasse a mamar de forma lenta e excitante nos seios de bicos largos e macios.
As caríciais evoluíram para mordidas e lambidas no pescoço e, logo depois, para beijos caóticos, que igual ao casal, fugiam totalmente dos padrões. Saliva, línguas enroscadas, lábios sugados e mordidas, ora rapidamente e ora de forma lenta e envolvente. Quanto mais se beijavam, mais ela rebolava encaixada com as pernas sobre ele, como se fosse cavalgar sobre a pica, que agora estava tenra e apetitosa.
Ela sentia o tesão escorrer pela virilha e foi ficando impossível segurar tanto os gemidos quanto a vontade de gozar. Surpresa com o resultado, ela interrompeu o tal beijo e atingiu o clímax, esboçando um sorriso safado de satisfação logo após o orgasmo.
Ainda sentindo a xana latejar, por conta de ter gozado, não perdeu tempo e matou a sede de chupar pau. Lambuzou a piroca com bastante saliva, colocou-a entre os seios, no melhor estilo espanhola, e pediu para beber porra. Dormiu alimentada pelo leitinho e apaixonada com o beijo que a fizera gozar gostoso.
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