sexta-feira, 8 de setembro de 2017

PROIBIDO E GOSTOSO

Era madrugada de quinta-feira e ele estava plantão na portaria. Quase não havia movimento e, por mensagem, contou que estava consumido pelo tédio das horas que custavam a passar. Despediram-se quando ela disse que estava cansada e sonolenta.

Poucos minutos depois, a porta do pequeno espaço (protegido com insulfilme e localizado logo na entrada do condomínio de casas) foi aberta sorrateiramente. Assustado, o porteiro virou-se para conferir de quem se tratava. Sorriu malandramente ao se certificar se que era ela, usando um vestido decotado. Ao questionar o que havia ocorrido, ouviu que faltava sono e sobrava tesão.

Ao percorrer as mãos pelo corpo da moça, notou que nada havia por baixo do vestido, a não ser uma boceta molhada. Imediatamente colocou o pau para fora da calça e, logo depois de chamá-la de cachorra, ofereceu a vara latejante e dura. A safada sugou com vontade, até perder o fôlego e não suportar mais a vontade de ter aquela pica entre as pernas.

Ele levantou o vestido dela e ao sentir o pau escorregar para dentro da moça, emitiu um suave suspiro de prazer. Transaram durante bons minutos, com direito a meter em cima cadeira de trabalho. Assim, todas as vezes que ele estivesse ali, se lembraria da deliciosa aventura com a sapeca da casa 1019.

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