Chovia bastante e eu, que
nunca gostei de ficar sozinha quando o céu precipitava, pedi carinhosamente que
ele dormisse comigo naquela noite de sábado. A noite foi perfeita porque além
da companhia ganhei pau a madrugada inteira na xaninha sem parar.
No domingo bem no comecinho
do dia ele foi para casa onde mora, no mesmo bairro onde vivo e trabalho. Nossa
despedida foi com um boquete bem gostoso que fiz nele e que terminou com uma
gozada bem no fundo da minha garganta.
Ele e eu teríamos um almoço
em família, mas preferi chegar um pouco mais tarde para descansar na cama.
Assim que ele saiu, peguei rapidamente no sono sem imaginar que aquela imaginação
estava cheia de safadezas. Pouco tempo depois ele voltou, subiu até o meu
andar, abriu a porta sem fazer barulho, tirou a roupa e, quando me despertou
com o pau fazendo carinhos em meus lábios ainda sonolentos.
Abri os olhos de forma
rápida e logo abri bem a boca para engolir aquela pica grossa, que havia me
rasgado durante toda a noite. Fiquei ajoelhada na cama, de frente para ele e o chupei
como se não nos víssemos há meses. Sem usar as mãos comecei a acelerar os movimentos
só para ouvi-lo gemer.
Ele me puxou pelo cabelo com
força, segurou meu rosto com a outra mão, passou a língua com força na minha
boca e disse que era a vez dele. Fui virada com força de ponta cabeça e
iniciamos um delicioso meia nove. Ele logo começou a lamber o meu cuzinho, um
sinal de que queria come-lo. Eu adorava dar o rabo para aquele sem vergonha.
Ele me fazia gozar tão gostoso, eu chegava a ficar mole sentindo aquela pica me
arrombando por trás.
Fui colocada de ladinho,
virei para ele com olhar de permissão e senti a cabeça do pau abrindo caminho
para as penetradas que vinham devagar, mas com força no um cu. A cada estocada
eu podia sentir as bolas dele encostando-se a minha xaninha e tudo ficava ainda
melhor.
Comecei a lamber meus seios
macios e empinei ainda mais a bunda para sentir o pau até o talo dentro de mim.
Você come meu cuzinho de um jeito tão gostoso, sabia? Vou à loucura quando me
fode assim – foi o que eu disse a ele, enquanto gozava imaginando a sensação
dele ao sentir o quanto meu cu era apertado.
Ele me chamou de puta,
colocou o dedo na minha boca para que eu o lambesse. Reforçou que a minha bunda é só dele, segurou
um dos meus peitos com vontade e me deixou lotada de porra naquela manhã de um
domingo qualquer.



Hum fazer anal com quem gostamos e tudo de bão né...Delicia
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