segunda-feira, 23 de abril de 2012

O ALVO ERA O CUZINHO


Chovia bastante e eu, que nunca gostei de ficar sozinha quando o céu precipitava, pedi carinhosamente que ele dormisse comigo naquela noite de sábado. A noite foi perfeita porque além da companhia ganhei pau a madrugada inteira na xaninha sem parar.

No domingo bem no comecinho do dia ele foi para casa onde mora, no mesmo bairro onde vivo e trabalho. Nossa despedida foi com um boquete bem gostoso que fiz nele e que terminou com uma gozada bem no fundo da minha garganta. 

Ele e eu teríamos um almoço em família, mas preferi chegar um pouco mais tarde para descansar na cama. Assim que ele saiu, peguei rapidamente no sono sem imaginar que aquela imaginação estava cheia de safadezas. Pouco tempo depois ele voltou, subiu até o meu andar, abriu a porta sem fazer barulho, tirou a roupa e, quando me despertou com o pau fazendo carinhos em meus lábios ainda sonolentos.

Abri os olhos de forma rápida e logo abri bem a boca para engolir aquela pica grossa, que havia me rasgado durante toda a noite. Fiquei ajoelhada na cama, de frente para ele e o chupei como se não nos víssemos há meses. Sem usar as mãos comecei a acelerar os movimentos só para ouvi-lo gemer.

Ele me puxou pelo cabelo com força, segurou meu rosto com a outra mão, passou a língua com força na minha boca e disse que era a vez dele. Fui virada com força de ponta cabeça e iniciamos um delicioso meia nove. Ele logo começou a lamber o meu cuzinho, um sinal de que queria come-lo. Eu adorava dar o rabo para aquele sem vergonha. Ele me fazia gozar tão gostoso, eu chegava a ficar mole sentindo aquela pica me arrombando por trás.

Fui colocada de ladinho, virei para ele com olhar de permissão e senti a cabeça do pau abrindo caminho para as penetradas que vinham devagar, mas com força no um cu. A cada estocada eu podia sentir as bolas dele encostando-se a minha xaninha e tudo ficava ainda melhor.

Comecei a lamber meus seios macios e empinei ainda mais a bunda para sentir o pau até o talo dentro de mim. Você come meu cuzinho de um jeito tão gostoso, sabia? Vou à loucura quando me fode assim – foi o que eu disse a ele, enquanto gozava imaginando a sensação dele ao sentir o quanto meu cu era apertado.

Ele me chamou de puta, colocou o dedo na minha boca para que eu o lambesse.  Reforçou que a minha bunda é só dele, segurou um dos meus peitos com vontade e me deixou lotada de porra naquela manhã de um domingo qualquer.

Um comentário:

  1. Hum fazer anal com quem gostamos e tudo de bão né...Delicia

    ResponderExcluir