terça-feira, 24 de abril de 2012

PUNHETA


O que mais gosto é de surpreendê-lo. Na última semana, quando fomos ao cinema, por exemplo, enquanto cenas chatas eram exibidas na telona, abri o zíper da calça dele devagar, enfiei a mão inteira sob a calça devagarinho e comecei a acariciar aquele pau que iria me foder depois da sessão. 

Fico mesmo tarada. Gosto de ter ele na boca ainda mole porque assim consigo senti-lo crescer aos poucos enquanto mato a vontade. Há quem não acredite, mas quase sempre gozo durante o meu boquete a ele. 

Começo a lamber a cabecinha do pau, em seguida a esfrego molhada sobre os bicos grandes e macios dos meus seios e enquanto o imagino entrando e saindo da minha xaninha, sinto ela escorrendo. Se dependesse de mim, ficaria horas a fio lambendo, passando a unha levemente sobre o saco e me deliciando ao mesmo tempo em que ele.

Enquanto bato gostoso para ele vou ao céu, me sinto a dona daquele cacete. Gosto mesmo é de acelerar os movimentos enquanto coloco só a cabeça rosada daquele pau na boca. Enfio ele até o fundo da garganta, tiro as mãos e embalo no sobe e desce boca adentro até engasgar. Enquanto me divirto sento sobre a perna dele com a minha bucetinha bem aberta para que ele perceba o quanto ela fica molhada de prazer. 

Sinto que ela chega a ficar inchadinha e latejante. Sempre entrega o meu grau de tesão, essa danada. Posso até tentar fingir que não quero o pau dele naquela noite, mas basta colocar a mão entre as minhas pernas para descobrir a mentira.

Quando quero vê-lo gozar, seguro o pau com as duas mãos e com movimentos leves e ligeiros bato punheta enquanto passo a língua sobre a cabecinha rosada daquele cacete. Depois disso é só estar preparada para engolir tudo quando ele surtar!

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