Passamos a noite como anfitriões, mostrando a cidade a um amigo que veio nos visitar. Dentro do carro ou quando sentados lado a lado no barzinho eu, discretamente, permitia que minha mão acariciasse o pau dele, que em pouquíssimo tempo respondia ao meu carinho, ficando tenro e mostrando saudade de estar dentro de mim.
Era impossível não ficar molhada, mas me esforcei durante toda a noite. E que longa noite! A companhia era agradável, mas o tesão era ainda maior. As horas pareciam arrastar-se. Ele já havia percebido que, por baixo daquele macacão, comprado especialmente para agradá-lo, não havia nem mesmo a menor das calcinhas. Sim, eu estava sem lingerie e ele podia sentir os meus peitos durinhos em suas mãos.
Percebemos que não havia como esperar que a visita fosse embora, então a deixamos em casa, demos uma desculpa esfarrapada e saímos sozinhos. O tempo era curto. O que fazer? E aquele tesão que ia aumentando como se fosse transbordar? Pedi que ele parasse sob uma árvore. Era madrugada, o bairro era repleto de casas e vez ou outra um guarda passava pela rua para vistoriar o local. Era preciso ser rápido! Nossos lábios pareciam entender a pressa e não tardaram em se entrelaçar deliciosamente. O beijo dele é quente, molhado e logo me leva à loucura.
Abri o zíper dele rapidamente e logo matei a minha vontade de enfiar aquele pau boca adentro. Ele perguntou se iria ficar apenas na vontade e de pronto respondi que não. Pedi que ele deitasse o banco. O meu homem terminou de tirar a própria roupa enquanto eu mesma arrancava a minha. Minha xaninha pingava tesão! Logo a calei sentando no colo dele. O pau entrou deslizando e nós dois gememos juntos logo depois que ele colocou a ponta de um dos dedos no meu cuzinho. Eu adorava entregar meu cu a ele e aquele safado sabia disso.
Enquanto ele falava no meu ouvido o quanto eu era cachorra e safada, eu cavalgava abraçando aquelas costas largas que são testemunhas do meu prazer. Ele segurava a minha bunda com as duas mãos e eu sentia o pau me arrombando inteira.
O vidro do carro estava embaçado, o guarda não demoraria à vir e eu queria gritar de prazer, mas era preciso contentar-me com gemidos baixinhos ao pé do ouvido dele, que agora me contava que queria encher a minha boca de porra para que eu pudesse engolir todo o líquido resultante da nossa aventura. Nós dois estávamos molhados com o suor um do outro, acelerei o ritmo das cavalgadas e senti que o pau dele latejava. Não pude conter o clímax, percebi que até minhas pernas já estavam molhadas porque, com ele, a cada gozada, eu ejaculava; soltei uma gemida longa e safada. Quase ao mesmo tempo, o dono do pau que me fazia subir pelas paredes, urrou enquanto me enchia com a sua porra quente e grossa.
Ouvimos o barulho da moto do policial que se aproximava da rua onde estávamos e rapidamente nos abaixamos com a adrenalina a mil. Depois que a autoridade passou, nos vestimos enquanto ríamos da nossa loucura.


Já passei por uma situação parecida kkkk..Mais é muito bom o friozinho na barriga...
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